Não feche os olhos, não me faça ver. Não toque o fundo, não vá chover.
Não durma com os anjos, não chore como um bebê. Não dá adeus, eu preciso de você!
Não deixa me envolver, essa puta melancolia. Seu nome é Deus? É coragem? Ideologia?
Jogado aos leões, perdido na surdina. Afogado sem gritar. Eis minha sina...
terça-feira, 10 de agosto de 2004
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