sexta-feira, 18 de outubro de 2002
quarta-feira, 9 de outubro de 2002
Parabéns, Dan, sinto sua falta. Parabéns Plucky, voa alto, moleque.
Os controles de qualidade persistem, eu to parecendo um bêbado ( e essa metáfora não podia ser mais oportuna ): orgulhoso da abstinência, mas é só mostrar a birita, e pode ser até Schincariol, que eu tomo um copinho. Depois fica com pena do fígado...
Os controles de qualidade persistem, eu to parecendo um bêbado ( e essa metáfora não podia ser mais oportuna ): orgulhoso da abstinência, mas é só mostrar a birita, e pode ser até Schincariol, que eu tomo um copinho. Depois fica com pena do fígado...
quinta-feira, 3 de outubro de 2002
Momento psico-plágico:
Blues do Elevador
(Zeca Baleiro)
Ora quem é que não sabe
o que é se sentir sozinho
mais sozinho que um elevador vazio
achando a vida tão chata
achando a vida mais chata
do que um cantor de soul
sou eu quem te refresca a memória
quando te esqueces de regar as plantas
e de dependurar as roupas brancas no varal
só faz milagres quem crê que faz milagres
como transformar lágrima em canção
vejo os pombos no asfalto
eles sabem voar alto
mas insistem em catar as migalhas do chão
sei rir mostrando os dentes
e a língua afiada
mais cortante que um velho blues
mas hoje eu só quero chorar
como um poeta do passado
e fumar o meu cigarro
na falta de absinto
eu sinto tanto eu sinto muito eu nada sinto
como dizia madalena
replicando os fariseus
quem dá aos pobres e empresta (a)deus.
Boa noite senhoras e senhores leitores. Alguém tem um pouquinho de gás pra me emprestar? O meu tá no fim, e eu ainda não me alimentei.
Blues do Elevador
(Zeca Baleiro)
Ora quem é que não sabe
o que é se sentir sozinho
mais sozinho que um elevador vazio
achando a vida tão chata
achando a vida mais chata
do que um cantor de soul
sou eu quem te refresca a memória
quando te esqueces de regar as plantas
e de dependurar as roupas brancas no varal
só faz milagres quem crê que faz milagres
como transformar lágrima em canção
vejo os pombos no asfalto
eles sabem voar alto
mas insistem em catar as migalhas do chão
sei rir mostrando os dentes
e a língua afiada
mais cortante que um velho blues
mas hoje eu só quero chorar
como um poeta do passado
e fumar o meu cigarro
na falta de absinto
eu sinto tanto eu sinto muito eu nada sinto
como dizia madalena
replicando os fariseus
quem dá aos pobres e empresta (a)deus.
Boa noite senhoras e senhores leitores. Alguém tem um pouquinho de gás pra me emprestar? O meu tá no fim, e eu ainda não me alimentei.
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