Aêêêê... tô postando aqui do trampo novo. Às vezes, aqui dentro, fico com uma puta saudade de informática rs. Vai saber o que se passa naparte do meucérebro responsável pelo trabalho... eu não tenho muito contato com ela, não sei direito.
Acho queo que mais irrita minha esponja encefálica é o fato do trabalho ser voluntário, o que não faz nenhum bem para várias partes de mim: o ego, as pernas (porque venho a pé e fico moído), o bolso... Tem erro não. Se for bem e abrir uma bolsa, eu passo a ganhar bem. Pouco. Quem sabe aqui eu descubro se gosto de Farmácia ou Fisioterapia.
Até...
quinta-feira, 28 de agosto de 2003
quarta-feira, 27 de agosto de 2003
Desculpem-me por ter desaparecido por um tempo, é que eu andei viajando de caminhão esses dias!
Terrível sono
A vida é dura e cansativa,
Sua mente se perde em meio a tantos erros,
Seu corpo se torna pesado,
Seus olhos não querem mais ver,
E se fecham para descansar.
O sono o faz descansar,
Mas faz você perder a noção,
Do tempo, do erro, do medo.
Seus olhos se fartaram de ficar fechados,
E seu corpo de pesado só tem a consciência.
Você já não quer mais dormir,
Mas descobre que também não quer acordar.
Seus olhos se abrem,
Mas você não tem mais forças para acordar,
Seu corpo não levanta,
E você acha que ainda está cansado,
E volta a fechar os olhos,
E volta para seu sono.
Terrível sono,
Já lhe sugara todas as forças,
E você nem percebe,
Que quanto mais você dorme,
Mais você terá sono.
Novamente você desperta,
E seus olhos já inchados de tanto dormir,
Não o deixa ver direito,
Que já passara muito tempo e já é tarde.
Mas seu corpo já sem forças,
Lhe pede para dormir,
E seus olhos se fecham novamente.
A cada vez que seu olho fecha,
Você fica sem forças para se levantar,
E sem forças volta a dormir,
Sem perceber que o tempo passou,
E você não o viveu.
Os seus esbugalhados olhos já se confundem,
Entre estar sonhando e estar acordado,
E o seu já adormecido corpo,
Pede para levantar mas não tem forças,
E permanece ali parado,
Se tornando uma prisão para quem dorme.
A necessidade de se levantar aumenta,
Junto com ela o sono escravizador.
Você tenta numa luta inconstante,
Estender o braço que não mais responde,
E espera que alguém o levante.
Tenta gritar e não consegue,
Nada mais do que uma única lágrima,
Sai dos seus úmidos olhos.
O arrependimento de ter fechado os olhos,
Para o tempo, para o erro e para o medo,
Consome de dor a sua consciência.
Mas você está cansado e fecha os olhos.
E essa angustia se mistura a um estranho conforto,
E o medo de não conseguir mais abri-lo,
Cresce assim como o cansaço mórbido,
De alguém que buscando refugio,
Acabou se escondendo da vida.
Porém a cada vez que seu olho se abre,
E você se levanta mesmo sem forças,
Em vez de voltar a dormir,
Vai perceber que o tempo passou,
E você o viveu, cada minuto dele.
Terrível sono
A vida é dura e cansativa,
Sua mente se perde em meio a tantos erros,
Seu corpo se torna pesado,
Seus olhos não querem mais ver,
E se fecham para descansar.
O sono o faz descansar,
Mas faz você perder a noção,
Do tempo, do erro, do medo.
Seus olhos se fartaram de ficar fechados,
E seu corpo de pesado só tem a consciência.
Você já não quer mais dormir,
Mas descobre que também não quer acordar.
Seus olhos se abrem,
Mas você não tem mais forças para acordar,
Seu corpo não levanta,
E você acha que ainda está cansado,
E volta a fechar os olhos,
E volta para seu sono.
Terrível sono,
Já lhe sugara todas as forças,
E você nem percebe,
Que quanto mais você dorme,
Mais você terá sono.
Novamente você desperta,
E seus olhos já inchados de tanto dormir,
Não o deixa ver direito,
Que já passara muito tempo e já é tarde.
Mas seu corpo já sem forças,
Lhe pede para dormir,
E seus olhos se fecham novamente.
A cada vez que seu olho fecha,
Você fica sem forças para se levantar,
E sem forças volta a dormir,
Sem perceber que o tempo passou,
E você não o viveu.
Os seus esbugalhados olhos já se confundem,
Entre estar sonhando e estar acordado,
E o seu já adormecido corpo,
Pede para levantar mas não tem forças,
E permanece ali parado,
Se tornando uma prisão para quem dorme.
A necessidade de se levantar aumenta,
Junto com ela o sono escravizador.
Você tenta numa luta inconstante,
Estender o braço que não mais responde,
E espera que alguém o levante.
Tenta gritar e não consegue,
Nada mais do que uma única lágrima,
Sai dos seus úmidos olhos.
O arrependimento de ter fechado os olhos,
Para o tempo, para o erro e para o medo,
Consome de dor a sua consciência.
Mas você está cansado e fecha os olhos.
E essa angustia se mistura a um estranho conforto,
E o medo de não conseguir mais abri-lo,
Cresce assim como o cansaço mórbido,
De alguém que buscando refugio,
Acabou se escondendo da vida.
Porém a cada vez que seu olho se abre,
E você se levanta mesmo sem forças,
Em vez de voltar a dormir,
Vai perceber que o tempo passou,
E você o viveu, cada minuto dele.
segunda-feira, 25 de agosto de 2003
terça-feira, 19 de agosto de 2003
Não era bem um sorriso que eu queria te causar. Mas até que uma gargalhada cairia bem. Não? Então me devolve as fotos e o poema, porque essa cidade tem muita gente, ainda.
Tamos aí, de volta, porque o frio hoje foi menor. Sentindo meus dedos, fica muito mais fácil digitar. Gostaria de contar como foi minha entrevista na assessoria da Facul. Então, se quiser saber, envie R$0,25 para o meu endereço, e receba, em sua casa, sem qualquer custo adicional, o dossiê inteiro e leve, inteiramente grátis, uma faca jinsu e seis livros do dr. Lair Ribeiro rs
Tô sentindo falta do pessoal. Aquela turma de sempre, que gostava de cuspir do ônibus, quando ia pro futebol. Aliás, o futebol era sempre bom. A gente sempre bebia muito antes do jogo, pra no outro dia, perguntar quem tinha vencido o jogo pro Bedel, que tinha que tomar remédio controlado e não podia ficar de porre. Ouvi dizer que o Bedel agora é cambista no Pacaembu, tá casado, só tem um pulmão. Ele sonhava ser delegado, e achava que ia conseguir isso dedando os meninos que fumavam pros pais deles. Uma vez o Arthur e o Tião ficaram tão putos que fizeram ele fumar dois maços seguido. O moleque ficou azul, depois verde, depois vomitou, e aí voltou a ficar azul. Quando todos pensavam que estava na hora de arrumar as trouxas e fugir, já que ele ia contar pra todo mundo, o Bedel aparece fumando uma cigarrilha preta e fedorenta. "Quem sabe assim ces param de me chamar de Bedel." Por um bom tempo, funcionou. A gente chamava de Fidel.
A gente vivia junto. Ficava correndo dum cachorro do vizinho do Casca junto. Estudava junto, porque eu e o Leo éramos "mais burros q a mãe do Uéslei". Acho que só escrever Uéslei já mostra como isso era um insulto pesado. Mas, continuando, nós brigamos juntos, com três moleques maiores, que queriam bater no Bedel. Sangramos juntos, nesse dia, se bem me lembro. Fomos juntos à cachoeira do Bananal, e roubamos os números duma casa na fazenda ali perto só pra formar a data na rocha da queda d'água. Ficou faltando um 2, e a gente rasgou o número do short dum primo do Bezerro. Seguramos o moleque juntos, porque ele não queria colaborar e ele xingou a mãe de todos nós, juntos. Teve uma época até que a gente dizia que o Arthur e o Casca tavam dormindo juntos.
Separados mesmo, só quando a gente ia procurar pelas meninas. Tirando o Arthur e o Casca, que continuavam juntinhos até nisso. Um dia, o pobre Bedel disse que "esses dois são mesmo é baitola." Só não ganhou mais uma surra porque a gente ria tanto que os dois ficaram com vergonha de reagir. Fugiram, lado a lado, e o Bedel gritando "sai voando, mariposa!", causando mais gargalhadas. Acho que foi a noite mais feliz da vida do garoto. O Tião namorava uma menina só, no portão dacasa dela, coisa que ninguém fazia há pelo menos vinte anos. Ouvi dizer qe eles tão casados até hoje.
Meu melhor amigo era o Lito. A gente colecionava pedaços de árvore, tentando montar um "fóssil de árvore mutante, que existia no tempo dos dinossauro." Um dia eu disse que gostava da irmã dele, e ele saiu no braço comigo. A gente brigou até cansar e, no fim, ele disse que foda-se, eu podia comer a irmã dele, mas ele ainda ia faturar a minha mãe, de vingança. Naquela época a gente não sabia nem o que entrava onde, mas não tinha um que admitia isso. Eu disse que ele tava sendo legal de deixar, mas eu não ia perder a amizade dele pra comer uma puta qualquer. Lutamos mais uma meia hora.
Esses caras que foram a alegria da minha juventude, tudo aquilo que eu me lembrava de bom, foram sumindo, uns pra faculdade, outros pra lida direto. Tinha sempre um ou outro churrasco, onde a gente se encontrava. O Bezerro cozinhando seus iguais e o Tião levando montinho enquanto tentava dormir, mas eles também acabaram. A gente ia acabar se matando mesmo, ou pior, podia se encontrar de novo e não ter do que falar. Acho que amigo é assim mesmo. Vão uns, vêm outros. Mas... eu sinto uma puta falta deles, às vezes.
E olha que eles nem existiram.
Tamos aí, de volta, porque o frio hoje foi menor. Sentindo meus dedos, fica muito mais fácil digitar. Gostaria de contar como foi minha entrevista na assessoria da Facul. Então, se quiser saber, envie R$0,25 para o meu endereço, e receba, em sua casa, sem qualquer custo adicional, o dossiê inteiro e leve, inteiramente grátis, uma faca jinsu e seis livros do dr. Lair Ribeiro rs
Tô sentindo falta do pessoal. Aquela turma de sempre, que gostava de cuspir do ônibus, quando ia pro futebol. Aliás, o futebol era sempre bom. A gente sempre bebia muito antes do jogo, pra no outro dia, perguntar quem tinha vencido o jogo pro Bedel, que tinha que tomar remédio controlado e não podia ficar de porre. Ouvi dizer que o Bedel agora é cambista no Pacaembu, tá casado, só tem um pulmão. Ele sonhava ser delegado, e achava que ia conseguir isso dedando os meninos que fumavam pros pais deles. Uma vez o Arthur e o Tião ficaram tão putos que fizeram ele fumar dois maços seguido. O moleque ficou azul, depois verde, depois vomitou, e aí voltou a ficar azul. Quando todos pensavam que estava na hora de arrumar as trouxas e fugir, já que ele ia contar pra todo mundo, o Bedel aparece fumando uma cigarrilha preta e fedorenta. "Quem sabe assim ces param de me chamar de Bedel." Por um bom tempo, funcionou. A gente chamava de Fidel.
A gente vivia junto. Ficava correndo dum cachorro do vizinho do Casca junto. Estudava junto, porque eu e o Leo éramos "mais burros q a mãe do Uéslei". Acho que só escrever Uéslei já mostra como isso era um insulto pesado. Mas, continuando, nós brigamos juntos, com três moleques maiores, que queriam bater no Bedel. Sangramos juntos, nesse dia, se bem me lembro. Fomos juntos à cachoeira do Bananal, e roubamos os números duma casa na fazenda ali perto só pra formar a data na rocha da queda d'água. Ficou faltando um 2, e a gente rasgou o número do short dum primo do Bezerro. Seguramos o moleque juntos, porque ele não queria colaborar e ele xingou a mãe de todos nós, juntos. Teve uma época até que a gente dizia que o Arthur e o Casca tavam dormindo juntos.
Separados mesmo, só quando a gente ia procurar pelas meninas. Tirando o Arthur e o Casca, que continuavam juntinhos até nisso. Um dia, o pobre Bedel disse que "esses dois são mesmo é baitola." Só não ganhou mais uma surra porque a gente ria tanto que os dois ficaram com vergonha de reagir. Fugiram, lado a lado, e o Bedel gritando "sai voando, mariposa!", causando mais gargalhadas. Acho que foi a noite mais feliz da vida do garoto. O Tião namorava uma menina só, no portão dacasa dela, coisa que ninguém fazia há pelo menos vinte anos. Ouvi dizer qe eles tão casados até hoje.
Meu melhor amigo era o Lito. A gente colecionava pedaços de árvore, tentando montar um "fóssil de árvore mutante, que existia no tempo dos dinossauro." Um dia eu disse que gostava da irmã dele, e ele saiu no braço comigo. A gente brigou até cansar e, no fim, ele disse que foda-se, eu podia comer a irmã dele, mas ele ainda ia faturar a minha mãe, de vingança. Naquela época a gente não sabia nem o que entrava onde, mas não tinha um que admitia isso. Eu disse que ele tava sendo legal de deixar, mas eu não ia perder a amizade dele pra comer uma puta qualquer. Lutamos mais uma meia hora.
Esses caras que foram a alegria da minha juventude, tudo aquilo que eu me lembrava de bom, foram sumindo, uns pra faculdade, outros pra lida direto. Tinha sempre um ou outro churrasco, onde a gente se encontrava. O Bezerro cozinhando seus iguais e o Tião levando montinho enquanto tentava dormir, mas eles também acabaram. A gente ia acabar se matando mesmo, ou pior, podia se encontrar de novo e não ter do que falar. Acho que amigo é assim mesmo. Vão uns, vêm outros. Mas... eu sinto uma puta falta deles, às vezes.
E olha que eles nem existiram.
domingo, 10 de agosto de 2003
Conversinha de órfão pra cretino
-- Vc deve ser muito feliz, Homero.
-- Por quê?
-- Porque vc tem o nome do seu pai, e, até devem te confundir com ele, por causa disso. Eu não tenho o nome do meu pai. Meu pai chamava Ary.
-- ...
-- Matheus, vc deve ser feliz.
-- Por quê?
-- Porque vc é a cara do seu pai. Ainda vão confundir muito.
Feliz dia dos pais.
-- Mas eu ainda não sou pai...
-- Mas quero que vc tenha um dia feliz.
-- Então é feliz dia dos filhos. Feliz dia dos filhos, Homerim!
-- Pra vc também. Dá cá um abraço.
deixa eu postar a conversa da parte da tarde:
-- Como vc chama, mesmo?
-- Homero.
-- Ah, é! Homerim?
-- Fala, Matheus.
-- Vc podia me dar a bolinha branca pra eu jogar sinuca?
-- Se vc acertar esse taco nas minhas costelas de novo, não.
-- Vc deve ser muito feliz, Homero.
-- Por quê?
-- Porque vc tem o nome do seu pai, e, até devem te confundir com ele, por causa disso. Eu não tenho o nome do meu pai. Meu pai chamava Ary.
-- ...
-- Matheus, vc deve ser feliz.
-- Por quê?
-- Porque vc é a cara do seu pai. Ainda vão confundir muito.
Feliz dia dos pais.
-- Mas eu ainda não sou pai...
-- Mas quero que vc tenha um dia feliz.
-- Então é feliz dia dos filhos. Feliz dia dos filhos, Homerim!
-- Pra vc também. Dá cá um abraço.
deixa eu postar a conversa da parte da tarde:
-- Como vc chama, mesmo?
-- Homero.
-- Ah, é! Homerim?
-- Fala, Matheus.
-- Vc podia me dar a bolinha branca pra eu jogar sinuca?
-- Se vc acertar esse taco nas minhas costelas de novo, não.
domingo, 3 de agosto de 2003
Queria agradecer aos elogios Marcinha, fiquei feliz pelo que disse. Estou começando a ter coragem de escrever o que penso neste blogger.
Fatos, fadas e fábulas
Em um mundo complexo e histórico,
Exemplo de ironia e esperança.
Tentamos viver sem sucesso,
Conseguimos sobreviver ao absurdo.
Neste mundo complexo,
O complexo é seguir um caminho.
Miríades de anjos nos observam,
E não compreendem por que complicamos as coisas.
Caminhos e opções se multiplicando à nossa frente,
Enchendo nossas vistas de maravilhas,
Que não podemos, não precisamos ou não queremos.
Porém a hipnose está sendo feita,
E quem é você para escapar dela?
Podemos ser como zumbis nesse mundo histórico,
Onde faremos tudo para deixarmos nossa parte.
Por que ser assim, se não existe história futura,
E o que houve é passado?
Senão o que seremos ao morrer,
Mais um num túmulo destroçado em um triste cemitério.
Ou mesmo só mais uma memória nas lembranças de alguém,
Que chorará ou sorrirá ao se lembrar de nós.
Por que esperar por milagres ou fadas?
Por que jogar a responsabilidade nas costas de outros?
Não podemos nos omitir a ponto de acharmos vítimas,
Não, não somos vítimas, mas assassinos de nós mesmos.
Queremos soluções e queremos agora,
Porém se alguém lhe mostra o caminho não o segue,
Ou se desvia por outros variados caminhos que se seguem.
Não se responsabilizam e não viverão.
Milagres já não existem,
Porém é mais fácil seguir ou acreditar no que dizem,
Pois as palavras hipócritas lhes endossam os ouvidos.
Não há fadas, não há fábulas, só fatos.
Fatos cruéis, porém fatos,
Que compõem este mundo onde tentamos viver,
Porém não fazer parte dele, para não ter o mesmo fim,
Ou melhor, para não termos fim.
Fatos, fadas e fábulas
Em um mundo complexo e histórico,
Exemplo de ironia e esperança.
Tentamos viver sem sucesso,
Conseguimos sobreviver ao absurdo.
Neste mundo complexo,
O complexo é seguir um caminho.
Miríades de anjos nos observam,
E não compreendem por que complicamos as coisas.
Caminhos e opções se multiplicando à nossa frente,
Enchendo nossas vistas de maravilhas,
Que não podemos, não precisamos ou não queremos.
Porém a hipnose está sendo feita,
E quem é você para escapar dela?
Podemos ser como zumbis nesse mundo histórico,
Onde faremos tudo para deixarmos nossa parte.
Por que ser assim, se não existe história futura,
E o que houve é passado?
Senão o que seremos ao morrer,
Mais um num túmulo destroçado em um triste cemitério.
Ou mesmo só mais uma memória nas lembranças de alguém,
Que chorará ou sorrirá ao se lembrar de nós.
Por que esperar por milagres ou fadas?
Por que jogar a responsabilidade nas costas de outros?
Não podemos nos omitir a ponto de acharmos vítimas,
Não, não somos vítimas, mas assassinos de nós mesmos.
Queremos soluções e queremos agora,
Porém se alguém lhe mostra o caminho não o segue,
Ou se desvia por outros variados caminhos que se seguem.
Não se responsabilizam e não viverão.
Milagres já não existem,
Porém é mais fácil seguir ou acreditar no que dizem,
Pois as palavras hipócritas lhes endossam os ouvidos.
Não há fadas, não há fábulas, só fatos.
Fatos cruéis, porém fatos,
Que compõem este mundo onde tentamos viver,
Porém não fazer parte dele, para não ter o mesmo fim,
Ou melhor, para não termos fim.
Assinar:
Postagens (Atom)