sexta-feira, 25 de junho de 2004

A Hora do mergulho
(Enghaw)

Feche a porta, esqueça o barulho
Feche os olhos, tome ar: é hora do mergulho
Eu sou moço, seu moço, e o poço não é tão fundo
Super-homem não supera superfície
Nós mortais viemos do fundo
Eu sou velho, meu velho, tão velho quanto o mundo
Eu quero paz:
Uma trégua do lilás-neon-Las Vegas
Profundidade: 20.000 léguas
"Se queres paz, te prepara para a guerra"
"Se não queres nada, descansa em paz"
"Luz" -pediu o poeta
últimas palavras lucidez completa
Depois: silêncio
Esqueça a luz... respire o fundo
Eu sou um déspota esclarecido
Nessa escura e profunda mediocracia


Danuza, a sua dança nervosa e concentrada e alegre foi um beijo na minha alma. Te conheço mais agora. É tão estranho dizer isso e ao mesmo tempo, tão gostoso...

terça-feira, 22 de junho de 2004

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

"Devo dizer que ser eloquente nem sempre é falar" Ptialina Cazarré
Vai criticar a mãe.
O Eduardo tá pra nascer. O Brizola acaba de morrer. Onde é que a gente se encaixa, hein?

Em algum lugar entre a política e o nascimento, reside a saudade.



De tudo aquilo que já viveu e se mudou da minha cabeça. O coração é só uma idéia insistentemente urgente (tum-tum) demais pra ser esquecida.

\\\oi . eu voltei