Diário de Bordo, dia (tá aí em cima), Hora Estelar (tá lá embaixo).
E aí, negada? Tranquilidad? Tô feliz pelo povão conhecido, acho q só dois amigos meus não passaram pra segunda fase. Tem a minha irmã tb, mas ela gosta de tradições, não ia estragar tudo esse ano. A porra da facul muda alguns de nós, espero que não faça isso com o povo conhecido, eles já são bem complicados, rs
Tomara tb q o índice de aprovados na segunda fase não diminua...
Tô lendo, a quem interessar possa, O Encontro Marcado, do Sabino, outro foda da literatura. Eu tenho conversado com uns chegados, eu não sei o q eu quero, então, acabo sempre mais suscetível ao que os outros estão sentindo do que o q eu quero. Chamo isso de nulidade total. Tem gente q chama de sensibilidade. Bom, o ponto é que esse livro deve ter tirado até sangue do Sabinetz lá, porque de mim arranca todo dia. Tá muito difícil de ler, eu fiquei muuuito triste hoje por causa dele. Mas ontem foi maneiro. Apesar de minha comum mudez social, ontem fomos ao Mezcla Café (muito bom, turistas, venham conhecer) ouvir a banda O Banco, eu fiquei muito véi com a banda, os caras são muito fodas. Se tiver a chance, ouça, compre o (futuro) CD, dê um soco no flautista, pra ele aprender a ser mais humilde.
Só pra não dizer q não falei das flores, um feliz natal pra todos, e que o ano novo de vcs não seja à toa, que as promessas não sejam à toa, e fé, que tudo melhora uma hora dessas, por que não em 2003?
sexta-feira, 20 de dezembro de 2002
domingo, 8 de dezembro de 2002
IIIH!!!!
Achei um cachorroquente por um real! Rua Santo Antônio, um pouco depois do parque Halfeld, caso alguém queira aproveitar.
Mas...isso faz-me(rs) pensar... será q é o estoque antigo de salsichas? Quais serão as condições higiênicas da única remessa inacabada da cidade? E por que essa porra não acabou ainda? Será q fungos deixam o dogão mais saboroso? rs
Parabéns pela maioridade Schuchter. Finalmente uma festa digna dos retratos cinematográficos de faculdade. Tá certo que eu acabei indo dormir abraçado com uma viola, mas isso é normal rs...
Achei um cachorroquente por um real! Rua Santo Antônio, um pouco depois do parque Halfeld, caso alguém queira aproveitar.
Mas...isso faz-me(rs) pensar... será q é o estoque antigo de salsichas? Quais serão as condições higiênicas da única remessa inacabada da cidade? E por que essa porra não acabou ainda? Será q fungos deixam o dogão mais saboroso? rs
Parabéns pela maioridade Schuchter. Finalmente uma festa digna dos retratos cinematográficos de faculdade. Tá certo que eu acabei indo dormir abraçado com uma viola, mas isso é normal rs...
sábado, 7 de dezembro de 2002
Eu não rio muito. Sorrio bastante, mas isso não é rir. Ah! Não vou ficar aqui pensando nisso, porque eu tenho castigado bastante a cabeça dos pobres (plural?) leitores.
Hoje o pobre Lucas Guiodai descobriu uma hepatite leve, se é q isso existe. Não vai mais poder beber direito, o q elimina sua chance de ser poeta, rs. Melhoras, doninha.
Outra notícia, que rivaliza com essa, em importância, é o aumento abusivo no preço da salsicha. Isso nem afeta tanto minha vida, mas não pára por aí. O problema é q esse aumento refletiu-se no preço do cachorro-quente. Não compra mais um dogão por um real em lugar nenhum de JF. Aí já é sacanagi! Voltei a ser comunista depois dessa. Cachorro quente em quantidade igual pra todos. (uma quantidade bem grande).
To quase abandonando o trampo. Não quero ir atrás de outro por enquanto. É bom, que duro eu bebo menos, como menos, apareço menos. E eu quero ficar bem quietinho, bem nostálgico, tentando recordar as pequenas coisas boas que constituem a maior parte do que ainda me faz andar. Além do mais, depois da galera do CTU (q saudade, porra!) começar a gritar de surpresa depois de ouvir a frase " Eu to trabalhando...", eu devo um pouco de coerência aos meus ideais pro meu público, né? rs
;-)
Hoje nem a porra do cachorro da minha prima q me odeia (o cão, não ela) latiu pra mim, e olha q eu aticei ele. Devia entrar num banheiro feminino hoje, rs. Ia ser o crime perfeito.
Hoje o pobre Lucas Guiodai descobriu uma hepatite leve, se é q isso existe. Não vai mais poder beber direito, o q elimina sua chance de ser poeta, rs. Melhoras, doninha.
Outra notícia, que rivaliza com essa, em importância, é o aumento abusivo no preço da salsicha. Isso nem afeta tanto minha vida, mas não pára por aí. O problema é q esse aumento refletiu-se no preço do cachorro-quente. Não compra mais um dogão por um real em lugar nenhum de JF. Aí já é sacanagi! Voltei a ser comunista depois dessa. Cachorro quente em quantidade igual pra todos. (uma quantidade bem grande).
To quase abandonando o trampo. Não quero ir atrás de outro por enquanto. É bom, que duro eu bebo menos, como menos, apareço menos. E eu quero ficar bem quietinho, bem nostálgico, tentando recordar as pequenas coisas boas que constituem a maior parte do que ainda me faz andar. Além do mais, depois da galera do CTU (q saudade, porra!) começar a gritar de surpresa depois de ouvir a frase " Eu to trabalhando...", eu devo um pouco de coerência aos meus ideais pro meu público, né? rs
;-)
Hoje nem a porra do cachorro da minha prima q me odeia (o cão, não ela) latiu pra mim, e olha q eu aticei ele. Devia entrar num banheiro feminino hoje, rs. Ia ser o crime perfeito.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2002
Tem tempo que eu não escrevo poemas. Sei lá, pensar em jogos d epalavras ainda é minha maior dificuldade em termos criativos. Aqui vai um poema legalzinho dum blogueiro desses aí. E eu to querendo saber quando essa porra desse time do São Paulo vai ficar entregando o ouro nas finais! Rai de time q parece comigo rs
Para a insistentezinha
(Eis aí o poema que me pediste)
Não te amo porque te amando
conheceria a inquietude,
advinda da saudade
de minha incompletude.
(A paz que busco é simples,
nela está a beatitude).
Te amando me dividiria
em sonhos e pensamentos.
Não imagino ninguém
atando meus sentimentos.
(Não sou dado a sofrer
e fujo de regulamentos).
Não te amo porque te amando
eu sofreria na certa.
Não tente ser companhia
de minha alma deserta.
(Mas deixaste meu coração
em estado de alerta).
Te amando me perderia
na confusão arbitrária
do amor se apossando
de minha vida diária.
(Moça, desista de mim;
pro amor eu sou um pária).
Te amando confessaria
algum segredo que tenha.
Te daria carta branca,
saberias minha senha.
(Ah, moça, me esquece;
não venha e nem convenha).
Não te amo porque te amando
seria mais disperso que sou.
Quero viver livre sempre,
por nada nesse mundo me dou.
(Moça, não sejas insistente;
já te falei que não vou...)
Te amando desatinaria,
de cabeça iria fundo.
Me perderia de mim
nos cafundós deste mundo.
(Moça, pára com isso;
que assim eu me confundo).
Para a insistentezinha
(Eis aí o poema que me pediste)
Não te amo porque te amando
conheceria a inquietude,
advinda da saudade
de minha incompletude.
(A paz que busco é simples,
nela está a beatitude).
Te amando me dividiria
em sonhos e pensamentos.
Não imagino ninguém
atando meus sentimentos.
(Não sou dado a sofrer
e fujo de regulamentos).
Não te amo porque te amando
eu sofreria na certa.
Não tente ser companhia
de minha alma deserta.
(Mas deixaste meu coração
em estado de alerta).
Te amando me perderia
na confusão arbitrária
do amor se apossando
de minha vida diária.
(Moça, desista de mim;
pro amor eu sou um pária).
Te amando confessaria
algum segredo que tenha.
Te daria carta branca,
saberias minha senha.
(Ah, moça, me esquece;
não venha e nem convenha).
Não te amo porque te amando
seria mais disperso que sou.
Quero viver livre sempre,
por nada nesse mundo me dou.
(Moça, não sejas insistente;
já te falei que não vou...)
Te amando desatinaria,
de cabeça iria fundo.
Me perderia de mim
nos cafundós deste mundo.
(Moça, pára com isso;
que assim eu me confundo).
domingo, 1 de dezembro de 2002
Sensação estranha de eco na cabeça e oco no peito. Reticências de vinte e quatro horas já encheram o saco. Mas, mudar? Vc naum consegue que eu sei, babaca.
Bjos pra doninha ninja Ana Paula Schuchter (acho q acertei), baladeira de talento e, principalmente, perseverança. rs
An(j)inha_SP, fiquei feliz com o q vc me disse.
Até mais negada.
Bjos pra doninha ninja Ana Paula Schuchter (acho q acertei), baladeira de talento e, principalmente, perseverança. rs
An(j)inha_SP, fiquei feliz com o q vc me disse.
Até mais negada.
quarta-feira, 27 de novembro de 2002
Com vcs...
Black
A canção q faz vc lembrar dos churrascos de informática! (e pensar q já ouviu demais essa música rs)
Folhas sobre lonas vazias, folhas intocadas de argila
Estavam espalhadas diante de mim como um dia o corpo dela esteve
Os cinco horizontes girando ao redor de sua alma
Como a terra ao redor do sol
Agora o ar que eu provei e respirei teve uma virada
Ooh, e o que eu ensinei a ela era tudo
Ooh, eu sei que ela me deu tudo que ela podia
E agora minhas mãos cortadas impacientam-se diante sob o céu
O que era tudo?
Todas as pinturas estão sendo lavadas em preto, tatuando tudo...
Eu dou um passeio lá fora
Eu sou cercado por algumas crianças que brincam
Eu posso sentir suas risadas, então por que eu me entristeço?
Oh, e giram pensamentos e círculos ao redor da minha cabeça
Eu estou girando, eu estou girando
tão rápido quanto um pôr-de-sol
E agora minhas mãos machucadas embalam vidros quebrados
O que era tudo?
Todas as pinturas estão sendo lavadas em preto, tatuando tudo...
Todo amor virou mal e levou meu mundo pro escuro
Tatuando tudo que eu vejo, tudo que eu sou, tudo que eu poderia ser... yeah...
Eu sei que um dia você terá uma vida maravilhosa, eu sei que você será uma estrela
No céu de outro alguém
Por que? Por que não poderia, por que não poderia ser no meu?
Black
A canção q faz vc lembrar dos churrascos de informática! (e pensar q já ouviu demais essa música rs)
Folhas sobre lonas vazias, folhas intocadas de argila
Estavam espalhadas diante de mim como um dia o corpo dela esteve
Os cinco horizontes girando ao redor de sua alma
Como a terra ao redor do sol
Agora o ar que eu provei e respirei teve uma virada
Ooh, e o que eu ensinei a ela era tudo
Ooh, eu sei que ela me deu tudo que ela podia
E agora minhas mãos cortadas impacientam-se diante sob o céu
O que era tudo?
Todas as pinturas estão sendo lavadas em preto, tatuando tudo...
Eu dou um passeio lá fora
Eu sou cercado por algumas crianças que brincam
Eu posso sentir suas risadas, então por que eu me entristeço?
Oh, e giram pensamentos e círculos ao redor da minha cabeça
Eu estou girando, eu estou girando
tão rápido quanto um pôr-de-sol
E agora minhas mãos machucadas embalam vidros quebrados
O que era tudo?
Todas as pinturas estão sendo lavadas em preto, tatuando tudo...
Todo amor virou mal e levou meu mundo pro escuro
Tatuando tudo que eu vejo, tudo que eu sou, tudo que eu poderia ser... yeah...
Eu sei que um dia você terá uma vida maravilhosa, eu sei que você será uma estrela
No céu de outro alguém
Por que? Por que não poderia, por que não poderia ser no meu?
domingo, 24 de novembro de 2002
Tava querendo botar umas passagens do livro do Pessoa, mas recebi(eu e a lista toda rs) um mail maneiro do Filipe, uikibiano por convicção e sóbrio por vocação. Vai lá:
Momento psico-plágio 3:
Torcida
(Carlos Drummond de Andrade)
"Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você."
Tinha gente que torcia para você ser menino.Outros torciam para você ser
menina.
Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai.
Estavam torcendo para você nascer perfeito.
Daí continuaram torcendo.
Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra, pelo primeiro
passo.
O seu primeiro dia de escola foi a maior torcida. E o primeiro gol, então?
E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel.
Torcia o nariz para o quiabo e a escarola.
Mas torcia por hambúrguer e refrigerante.
Começou a torcer até para um time.
Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente
de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os
dentes, estudar inglês e piano.
Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
Seus amigos torciam para você usar brinco, cabular aula, falar palavrão.
Eles também estavam torcendo para você ser bacana.
Nessas horas, você só torcia para não ter nascido.
E por não saber pelo que você torcia, torcia torcido.
Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir.
E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo
primeiro amasso.
Depois começou a torcer pela sua liberdade.
Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua.
Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa.
Passou a torcer o nariz para as roupas da sua irmã, para as idéias dos
professores e para qualquer opinião dos seus pais.
Todo mundo queria era torcer o seu pescoço.
Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro.
Torceu para ser médico, músico, advogado.
Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol.
Seus pais torciam para passar logo essa fase.
No dia do vestibular, uma grande torcida se formou.
Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você.
Na faculdade, então, era torcida pra todo lado.
Para a direita, esquerda, contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da
coxinha na cantina.
E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar para ela.
Primeiro, torceu para ela não ter outro.
Torceu para ela não te achar muito baixo, muito alto, muito gordo, muito
magro. Descobriu que ela torcia igual a você.
E de repente vocês estavam torcendo para não acordar desse sonho.
Torceram para ganhar a geladeira, o microondas e a grana para a viagem de
lua-de-mel.
E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida.
Porque, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por
ele.
Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado
algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!"
"Se procurar bem você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa) do mundo, mas a poesia (inexplicável) da vida.
"Eu torço por você!"
Momento psico-plágio 3:
Torcida
(Carlos Drummond de Andrade)
"Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você."
Tinha gente que torcia para você ser menino.Outros torciam para você ser
menina.
Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai.
Estavam torcendo para você nascer perfeito.
Daí continuaram torcendo.
Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra, pelo primeiro
passo.
O seu primeiro dia de escola foi a maior torcida. E o primeiro gol, então?
E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel.
Torcia o nariz para o quiabo e a escarola.
Mas torcia por hambúrguer e refrigerante.
Começou a torcer até para um time.
Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente
de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os
dentes, estudar inglês e piano.
Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
Seus amigos torciam para você usar brinco, cabular aula, falar palavrão.
Eles também estavam torcendo para você ser bacana.
Nessas horas, você só torcia para não ter nascido.
E por não saber pelo que você torcia, torcia torcido.
Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir.
E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo
primeiro amasso.
Depois começou a torcer pela sua liberdade.
Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua.
Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa.
Passou a torcer o nariz para as roupas da sua irmã, para as idéias dos
professores e para qualquer opinião dos seus pais.
Todo mundo queria era torcer o seu pescoço.
Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro.
Torceu para ser médico, músico, advogado.
Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol.
Seus pais torciam para passar logo essa fase.
No dia do vestibular, uma grande torcida se formou.
Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você.
Na faculdade, então, era torcida pra todo lado.
Para a direita, esquerda, contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da
coxinha na cantina.
E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar para ela.
Primeiro, torceu para ela não ter outro.
Torceu para ela não te achar muito baixo, muito alto, muito gordo, muito
magro. Descobriu que ela torcia igual a você.
E de repente vocês estavam torcendo para não acordar desse sonho.
Torceram para ganhar a geladeira, o microondas e a grana para a viagem de
lua-de-mel.
E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida.
Porque, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por
ele.
Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado
algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!"
"Se procurar bem você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa) do mundo, mas a poesia (inexplicável) da vida.
"Eu torço por você!"
terça-feira, 19 de novembro de 2002
domingo, 17 de novembro de 2002
Hoje eu fui ver o Fale com Ela, do Almodóvar (sempre achei esse acento desse nome a coisa mais tosca). Não sei o q ouve, mas eu saí de lá muuito triste. Talvez tenha sido o olhar daquela conhecida, tão triste... No fim da sessão, procurei por ela, e ela não estava mais. Mas não sei, é um nó na garganta sem razão de ser.
O Drummond dizia "Eu tenho apenas dois braços e o sentimento do mundo." Eu acho q, hoje, eu tenho o sentimento do mundo em mim. Bem que podia ter sido a alegria do mundo, a bobeira do mundo, até a coceira do mundo, mas foi a tristeza. Acho até que já tive a alegria do mundo em mim, mas a alegria em si nos impede de perceber que ela está presente, nos darmos conta ou entender o porque dessa alegria não faz sentido, mas a tristeza... Ah! A tristeza... ela é foda porque faz questão de mostrar que chegou, pede pra gente olhar pro que ela anda criando. E isso vai me minando devagar, me fazendo arquejar um pouco.
Eu sei porque eu sou triste. Sei o que eu devia fazer pra ser alegre. Mas isso deveria ser puro, espontâneo, quase sem querer, naum fruto duma análise fdp que saiu dessa cabeça q procura um antídoto. E aí? Pode me ajudar?
Tava sentindo falta da Dandan. Legal te ver de novo, gatinha. Vou ver se apareço aí, pra gente conversar.
Lil, minha linda, será q eu vou parar de te ver?
Boblane, como anda essa vida boa? Me liga, sua doida.
Boa noite, senhores. Baixou o pano.
O Drummond dizia "Eu tenho apenas dois braços e o sentimento do mundo." Eu acho q, hoje, eu tenho o sentimento do mundo em mim. Bem que podia ter sido a alegria do mundo, a bobeira do mundo, até a coceira do mundo, mas foi a tristeza. Acho até que já tive a alegria do mundo em mim, mas a alegria em si nos impede de perceber que ela está presente, nos darmos conta ou entender o porque dessa alegria não faz sentido, mas a tristeza... Ah! A tristeza... ela é foda porque faz questão de mostrar que chegou, pede pra gente olhar pro que ela anda criando. E isso vai me minando devagar, me fazendo arquejar um pouco.
Eu sei porque eu sou triste. Sei o que eu devia fazer pra ser alegre. Mas isso deveria ser puro, espontâneo, quase sem querer, naum fruto duma análise fdp que saiu dessa cabeça q procura um antídoto. E aí? Pode me ajudar?
Tava sentindo falta da Dandan. Legal te ver de novo, gatinha. Vou ver se apareço aí, pra gente conversar.
Lil, minha linda, será q eu vou parar de te ver?
Boblane, como anda essa vida boa? Me liga, sua doida.
Boa noite, senhores. Baixou o pano.
sábado, 16 de novembro de 2002
segunda-feira, 11 de novembro de 2002
O amigo Homer tá aqui em minha casa neste momento... estudamos juntos e estamos juntos, também, tentando fazer uma resenha para amanhã... isso porque o livro tem 120 páginas e não começamos a ler, ao contrário, começamos a tomar um vinho, cujo nome é Marcon... uma beleza!!! O homer e o Rafa ficaram preocupados quando disse ter ficado tonta no primeiro gole, mas, realmente, fiquei. Acabo de ouvir um comentário: vou passar a fazer trabalho aqui na Aninha mais vezes... será que é por causa do vinho ou pela eficiência? Tal resposta não encontro... De qualquer forma, esta sendo bom... a aula de teatro amanhã já dançou, porém confesso não me importar, seria um monólogo e, certamente, a minha apresentação apenas serviria para fazer o professor confirmar o meu papel na iluminação, mas o Homer tá sentido por não poder ir...fazer o quê? Eu falei: na vida a gente escolhe certos rumos, as conseqüências vêem com o tempo.... nesse caso não demorou a chegar, ele escolheu comprar uma garrafa de Maircon_cherosinha, e bodou...nem trabalho, nem aula de teatro... Mas aqui em casa tá uma beleza, todos se lamentando por alguma coisa... estamos em crise, nossos papos são construtivíssimos... reclamamos da vida e de todos aqueles que nos passam 2 resenhas a fazer para o mesmo dia... mas tá valendo... todo mundo já fez, só a gente que tá nessa... pegando resumo dos outros para mudar umas 3 ou 4 palavras e entregar, nós sim, vamos longe!! Ainda mais nessa profissão: Comunicação... se não acabarmos dando aula de Português, vamos escrever prum jornalzinho qualquer ou ficaremos como o boy, tirando onda de garotinhos... mas é isso aí, vou ficando por aqui, pois, por 5 minutos me tornei extremamente anti-social e nerd, vou terminar meu copo e meu trabalho. Falô.
sexta-feira, 8 de novembro de 2002
Agora só falta começar a usar absorvente, porque as mudanças de humor eu já to apresentando. Bem que a mamãe avisou que um dia ela chegava. Textim explicativo e brega do atual momento histórico (minha historinha no momento):
Se estiver no escuro, escrevendo bobagens, com a luz do monitor cegando sem parar, sou sensível. Cantando mal uma canção que mói por dentro, sou um homem alegre. Um dia de dor é só uma crise de adolescente, e eu sou um cara legal. Tudo um monte de bobagens. Penso em amigos tão certos do que são e serão(?). Será que são felizes? Vendo tudo dar certo, trem no trilho? Trilha aberta. Tomara, porque a contradição do dia de surpresas, que deveria dar aventura e, principalmente, plenitude, anda merecendo um processo por propaganda enganosa.
Saio para trabalhar e volto à noite, carregando a mais, um violino e, a menos, quilos de sorrisos jogados por aí. Dia bom. Mas então por que demoro ainda pra dormir? O dia seguinte é comum, aí a tristeza trabalha os dois turnos e eu me pergunto se ela não folga nunca. Por que não tira umas férias e me deixa ver se alegria é felicidade? Vai passear, tristeza, que o seu trabalho te espera. Eu estarei aqui quando você voltar, não tenho planos de mudança. Vai, que ouvi dizer que o litoral é bom pra você, seu amigo Mar e as palmeiras vizinhas esperam você pra montar uma roda de prosa. Eles esperam, cheios de histórias de peças que andam pregando em quem passa por eles.
Seu salário é garantido, ainda há mendigos e mulheres lindas por aí, para lhe alimentar. Passeia com calma, porque seu vínculo é vitalício, intransferível e inegociável, e o sindicato assegura os direitos.
Caminha, que eu já nasci teu, aprendi tudo para você. Eu não ando, divago. Não te sinto, te aceito. Não respiro, suspiro. Trago em mim um ninho quente e do exato tamanho para suprir suas necessidades. Por um preço camarada e com duas vagas na garagem. Deixa-me sozinho um pouco, pra eu sentir saudade, que é assim que se amarra alguém. Diz “boa noite” e fecha a porta, porque eu tenho medo do que tem lá fora. Não fujo, eu prometo. Eu te conheço, te idolatro, sua sombra é o meu mundo e eu tenho medo de viagens interplanetárias.
Some! Vou ter dias de sono leve e cheio de sonhos. Sorrir sem querer, no sentido acidental da palavra. Vou me divertir tanto com os amigos que eu vou aprender a aceitar que nem tentarei confundi-los ou impressioná-los. Não vou mais querer ser herói, e quem sabe até salve alguém de um companheiro seu, ou de um carro. Nesses dias as crianças vão voltar a olhar pra mim sem medo, e eu vou ficar tão curioso quanto elas. O vento não vai me dar a sensação de estar sendo cortado por uma adaga gelada e perfumada. Só um pouco, me dá um descanso, porque eu preciso fechar pra balanço, e lembrar por que abri a firma.
Obs.: Tava com saudade, Pam. Valeu pela participação especial de hoje. Você continua como eu gostava de lembrar.
Se estiver no escuro, escrevendo bobagens, com a luz do monitor cegando sem parar, sou sensível. Cantando mal uma canção que mói por dentro, sou um homem alegre. Um dia de dor é só uma crise de adolescente, e eu sou um cara legal. Tudo um monte de bobagens. Penso em amigos tão certos do que são e serão(?). Será que são felizes? Vendo tudo dar certo, trem no trilho? Trilha aberta. Tomara, porque a contradição do dia de surpresas, que deveria dar aventura e, principalmente, plenitude, anda merecendo um processo por propaganda enganosa.
Saio para trabalhar e volto à noite, carregando a mais, um violino e, a menos, quilos de sorrisos jogados por aí. Dia bom. Mas então por que demoro ainda pra dormir? O dia seguinte é comum, aí a tristeza trabalha os dois turnos e eu me pergunto se ela não folga nunca. Por que não tira umas férias e me deixa ver se alegria é felicidade? Vai passear, tristeza, que o seu trabalho te espera. Eu estarei aqui quando você voltar, não tenho planos de mudança. Vai, que ouvi dizer que o litoral é bom pra você, seu amigo Mar e as palmeiras vizinhas esperam você pra montar uma roda de prosa. Eles esperam, cheios de histórias de peças que andam pregando em quem passa por eles.
Seu salário é garantido, ainda há mendigos e mulheres lindas por aí, para lhe alimentar. Passeia com calma, porque seu vínculo é vitalício, intransferível e inegociável, e o sindicato assegura os direitos.
Caminha, que eu já nasci teu, aprendi tudo para você. Eu não ando, divago. Não te sinto, te aceito. Não respiro, suspiro. Trago em mim um ninho quente e do exato tamanho para suprir suas necessidades. Por um preço camarada e com duas vagas na garagem. Deixa-me sozinho um pouco, pra eu sentir saudade, que é assim que se amarra alguém. Diz “boa noite” e fecha a porta, porque eu tenho medo do que tem lá fora. Não fujo, eu prometo. Eu te conheço, te idolatro, sua sombra é o meu mundo e eu tenho medo de viagens interplanetárias.
Some! Vou ter dias de sono leve e cheio de sonhos. Sorrir sem querer, no sentido acidental da palavra. Vou me divertir tanto com os amigos que eu vou aprender a aceitar que nem tentarei confundi-los ou impressioná-los. Não vou mais querer ser herói, e quem sabe até salve alguém de um companheiro seu, ou de um carro. Nesses dias as crianças vão voltar a olhar pra mim sem medo, e eu vou ficar tão curioso quanto elas. O vento não vai me dar a sensação de estar sendo cortado por uma adaga gelada e perfumada. Só um pouco, me dá um descanso, porque eu preciso fechar pra balanço, e lembrar por que abri a firma.
Obs.: Tava com saudade, Pam. Valeu pela participação especial de hoje. Você continua como eu gostava de lembrar.
quinta-feira, 7 de novembro de 2002
Hoje eu passei o dia com o Doidão, o menos chegado dos meus amigos mais próximos. Eu adoro quando eu passo esses dias diferentes, sem muito grilo. Saí de casa pra trabalhar, como faço todos os dias. Beleza: Quebrei uma parede na repartição, esse foi o saldo negativo. Mas, depois, ri muito indo pra casa do garoto, ri muito por lá, ele se tornou um pouco mais chegado, subindo nessa corrida desesperada pra subir na minha tabela de amizades, encontrei uma amiga minha que me emprestou... um violino! cheguei em casa às sete e meia da noite um pouco molhado pela deliciosa garoa que cai aqui em JF e com um violino nas mãos. Muito insólito... e incrível. Obrigado, doninhas que regem o universo, por um dia bom. E pela vitória do São Paulo Futebol Clube sobre o Vasco por 5 a 3 de virada!!!!!!
Nóis é nóis o resto é bunda... nóis é nóis o resto é bunda... seremos campeões!!!
Nóis é nóis o resto é bunda... nóis é nóis o resto é bunda... seremos campeões!!!
domingo, 3 de novembro de 2002
Temos menos uma no clube dos dias longos rs, vai nessa " Cristiane ".
Ontem teve uma simulação de julgamento na aula. Eu era da acusação e tals, tudo corria bem e de maneira honesta, até eu levantar o dedo e dizer q o tal do Filipe tinha dito não sei o q q era contra o seu próprio argumento, não importa. O maneiro é q, depois disso, todo mundo começou a se acusar, ficar apontando dedo um pro outro, mó caos! kkkkkkkkkkkkkk
Sem querer percebi que sou um puta antiético e que ainda dá pra influenciar esse povo. Melhor não ficarem me dando esperanças, negada. O mundo já é muito doido com um Homer só.
É, seu barbudo, se vc fizer o q eu to pensando, vou fazer duas coisas. Primeira: vou tirar o cambeta desse blog porque eu to bom mesmo. Segunda: Mudo pro México e fico lá esperando a Fernanda Lima fazer outro mochilão e me descobrir como seu amor verdadeiro.
Agradeço aos muitos emails de reclamação pela falta de posts, prometo que enviarei todas para o blog certo e mostrarei o erro no link pro cara q sumiu.
Ontem teve uma simulação de julgamento na aula. Eu era da acusação e tals, tudo corria bem e de maneira honesta, até eu levantar o dedo e dizer q o tal do Filipe tinha dito não sei o q q era contra o seu próprio argumento, não importa. O maneiro é q, depois disso, todo mundo começou a se acusar, ficar apontando dedo um pro outro, mó caos! kkkkkkkkkkkkkk
Sem querer percebi que sou um puta antiético e que ainda dá pra influenciar esse povo. Melhor não ficarem me dando esperanças, negada. O mundo já é muito doido com um Homer só.
É, seu barbudo, se vc fizer o q eu to pensando, vou fazer duas coisas. Primeira: vou tirar o cambeta desse blog porque eu to bom mesmo. Segunda: Mudo pro México e fico lá esperando a Fernanda Lima fazer outro mochilão e me descobrir como seu amor verdadeiro.
Agradeço aos muitos emails de reclamação pela falta de posts, prometo que enviarei todas para o blog certo e mostrarei o erro no link pro cara q sumiu.
sexta-feira, 18 de outubro de 2002
quarta-feira, 9 de outubro de 2002
Parabéns, Dan, sinto sua falta. Parabéns Plucky, voa alto, moleque.
Os controles de qualidade persistem, eu to parecendo um bêbado ( e essa metáfora não podia ser mais oportuna ): orgulhoso da abstinência, mas é só mostrar a birita, e pode ser até Schincariol, que eu tomo um copinho. Depois fica com pena do fígado...
Os controles de qualidade persistem, eu to parecendo um bêbado ( e essa metáfora não podia ser mais oportuna ): orgulhoso da abstinência, mas é só mostrar a birita, e pode ser até Schincariol, que eu tomo um copinho. Depois fica com pena do fígado...
quinta-feira, 3 de outubro de 2002
Momento psico-plágico:
Blues do Elevador
(Zeca Baleiro)
Ora quem é que não sabe
o que é se sentir sozinho
mais sozinho que um elevador vazio
achando a vida tão chata
achando a vida mais chata
do que um cantor de soul
sou eu quem te refresca a memória
quando te esqueces de regar as plantas
e de dependurar as roupas brancas no varal
só faz milagres quem crê que faz milagres
como transformar lágrima em canção
vejo os pombos no asfalto
eles sabem voar alto
mas insistem em catar as migalhas do chão
sei rir mostrando os dentes
e a língua afiada
mais cortante que um velho blues
mas hoje eu só quero chorar
como um poeta do passado
e fumar o meu cigarro
na falta de absinto
eu sinto tanto eu sinto muito eu nada sinto
como dizia madalena
replicando os fariseus
quem dá aos pobres e empresta (a)deus.
Boa noite senhoras e senhores leitores. Alguém tem um pouquinho de gás pra me emprestar? O meu tá no fim, e eu ainda não me alimentei.
Blues do Elevador
(Zeca Baleiro)
Ora quem é que não sabe
o que é se sentir sozinho
mais sozinho que um elevador vazio
achando a vida tão chata
achando a vida mais chata
do que um cantor de soul
sou eu quem te refresca a memória
quando te esqueces de regar as plantas
e de dependurar as roupas brancas no varal
só faz milagres quem crê que faz milagres
como transformar lágrima em canção
vejo os pombos no asfalto
eles sabem voar alto
mas insistem em catar as migalhas do chão
sei rir mostrando os dentes
e a língua afiada
mais cortante que um velho blues
mas hoje eu só quero chorar
como um poeta do passado
e fumar o meu cigarro
na falta de absinto
eu sinto tanto eu sinto muito eu nada sinto
como dizia madalena
replicando os fariseus
quem dá aos pobres e empresta (a)deus.
Boa noite senhoras e senhores leitores. Alguém tem um pouquinho de gás pra me emprestar? O meu tá no fim, e eu ainda não me alimentei.
domingo, 29 de setembro de 2002
Hoje é aniversário do Thiago "Lara Resende", da Uikibiu. O cara é tão querido que uma multidão rumou pra casa dele ontem. Afinal, queríamos todos aproveitar esse momento único desde a meia-noite, quando ele valeria oficialmente. É bom ver gente inteligente que ainda sabe se divertir. Ver que a gente tem ligações peculiares com as pessoas: como eu e o jaum temos realmente algo de parecido(somos incrivelmente inteligentes e bonitos rs) ou como o Darso gosta de bancar o irmão mais velho e me dar dicas sobre tudo, me dando a chance de ficar mais esperto (ou seja, mais parecido com ele rs) ou como eu tenho o mesmo método pra descrever filmes Disney que a irmãzinha do Thiago. Isso me lembra uma parada que eu li, que as pessoas só falam sobre o que é comum a todos. Como falar da semelhança e parecença coletiva nos dá conforto, faz a gente sair um pouco dessa estranheza de não caber na gente mesmo. O curioso é que eu escrevi isso pra chegar em algum lugar. Mas não tenho a menor idéia de onde era isso rs. Bom. O fato é que é só relaxar, abrir a cabeça, esquecer o guarda-chuva, o pára-quedas e a escova de dentes, como diz um poema que eu gosto muito. Um exemplo disso: Esse poema tão legal eu vi numa propaganda de carro. Por que não? A gente tem que aprender a ver o quanto é bonito o que a gente tem em volta. Dar valor, não pra ter algum valor a nossa vida e nos confortar, porque TODO MUNDO faz assim. A vida pode ficar boa, cara. Eu pelo menos tenho agradecido cada dia com balanço positivo.
Como minha percepção tá mais otimista otimista hoje, vi uma cena incrível hoje. Um homem passou. Ele não tem um dos braços. Calma, eu não achei isso incrível, meu teste de sanidade tá em 78%, só rs. O que é legal da cena é que ele não estava sozinho. Tinha uma mulher linda com ele. (que cretino! Será que ele acha anormal uma mulher gostar do cara só pq ele é maneta?) Não é isso também. O incrível é que eles estavam de mãos dadas. Entende? O cara só tem uma das mãos e ele preferiu fazer algo maneiro com essa mão, mesmo que não seja nada útil ou excepcional. Entrega. Beleza. Humanidade, cara (purinha rs). Adoro esses dias de chapagem sem auxílio químico rs. São as viagens mais loucas.
Como minha percepção tá mais otimista otimista hoje, vi uma cena incrível hoje. Um homem passou. Ele não tem um dos braços. Calma, eu não achei isso incrível, meu teste de sanidade tá em 78%, só rs. O que é legal da cena é que ele não estava sozinho. Tinha uma mulher linda com ele. (que cretino! Será que ele acha anormal uma mulher gostar do cara só pq ele é maneta?) Não é isso também. O incrível é que eles estavam de mãos dadas. Entende? O cara só tem uma das mãos e ele preferiu fazer algo maneiro com essa mão, mesmo que não seja nada útil ou excepcional. Entrega. Beleza. Humanidade, cara (purinha rs). Adoro esses dias de chapagem sem auxílio químico rs. São as viagens mais loucas.
domingo, 22 de setembro de 2002
terça-feira, 17 de setembro de 2002
domingo, 15 de setembro de 2002
Eu não sei muito o que escrever. Eu corri atrás de superar, matei muitas das minhas dúvidas porque bati a cara nelas, uma amiga me ajudou. Agora eu vejo as coisas com mais clareza, como se antes tivesse um véu na minha cara. Eu tô vivo. Eu preciso aprender a ver que o q eu quero naum está longe do q eu mereço. Se eu naum mereço o q tenho, q o tal do Deus, o capeta ou o Fernandinho Beira-Mar se encarreguem de me tomar. Tentar conseguir eu vou. Essa certeza tava muito forte ontem, hoje menor, é fácil desviar duma luz bonita porque ela também ofusca os olhos. Mas pretendo naum esquecer. Me agarrar a isso. Eu amo a Pam, naum importa o q eu diga. Mas eu naum quero ficar com ela agora, e eu acho q, além de ser o que eu quero, é o certo também. Vamos ser mais felizes separados agora, mas o q vem depois é sempre uma surpresa. Quem sabe a gente se reencontre em uma hora melhor? Não posso esquecer disso, por isso escrevo, é realmente o q eu sinto. Juro pelo q pode ser sagrado pra mim essa semana. Carpe Diem, meu chapa. Mas sem se esquecer q o dia bom dura o mesmo q os outros. "Batatinha Frita um, dois, três..." kkkkkkkkkkkk
segunda-feira, 9 de setembro de 2002
domingo, 8 de setembro de 2002

Que protozoário você é?
Genioso. É essa a palavra que melhor o descreve. Seu temperamento e personalidade fortes, aliadas a um alto senso-crítico e uma ponta de egoísmo, não fazem de você uma companhia muito agradável. Mas talvez seja este mesmo o seu charme, sua característica que alucina as pessoas. Você é quente. E as suas vítimas que o digam, porque Malária não é brinquedo, não!
Ontem foi um dia muito louco. Fui ao ensaio da banda dos meus amigos(a banda chama-se Ajudante de Papai Noel). Eles tocam um punkzim q naum é muito o meu tipo de música, mas eles saum meus amigos, tocam o suficiente pra deixar o som interessante e, principalmente, me queriam lá. Rimos uma quantidade que até faz mal pra mim, por falta de costume. Tentei botar uma letra num jazz-hip-hop deles e foi aquele desastre. Tenho lido tantas coisas incríveis, de gente já famosa ou ainda não descoberta que acabo me perguntando onde vou parar com esse jeito automático e apagado de escrever. Isso porque eu pretendo ganhar a vida assim. Tive uma previsão apocalípitica essa semana(o nome do blog naum é à toa, não!): passei pela banca do Flamingo e vi dezenas de autores na sessão 4 livros por R$ 7,99. Vi direitinho meu nome ali no meio. Imagino mais ou menos assim a cena: Eu vou escrever um dia umas croniquetas pra passar o tempo ou de encomenda, um editor meio desmoralizado com um fracasso de vendas recente vai ler aquilo por acaso e dizer: esse cara vai me salvar! Pronto, as ilusões vão voltar(antigamente eram sonhos... gozado, né?), ser escritor, ajudar os outros com palavras bonitas e atrapalhar com palavras melancólicas. Renda suficiente pra mais umas garrafas e maços. Quem sabe até pagar uma puta bonitinha. Eu não devia entrar em livrarias perto do meio-dia e sem ter tomado café. Acho q tem efeito alucinógeno rs
domingo, 1 de setembro de 2002
Tenho que dizer também: Tenho tido muitos momentos legais. Não do tipo que dão histórias interessantes pra contar. São as revelações de dez segundos que eu já mencionei. Pedir pra alguém molhar minha cabeça d emadrugada e sentir aquele vento da madrugada bater no meu rosto cheio de gostas escorrendo. O trem passando bem perto do rosto. Blues. Esqueci o resto.
Faz quase um mês que não escrevo. Acho que gosto desse papo de "O Retorno". Dá uma chance pro blog não cair na mesmice. Não quero cair no momento que um amigo(amigo o kct!) usou pra exemplificar os blogs: "ai, blog querido, hoje meu cu piscou!" Sei lá porque resolvi falar isso.
It´s over. O namoro está com duas pás de terra na cara e umas flores em volta. Eu queria escrever muito sobre esse (muito) possível fim de relacionamento, mas não vou não. Agora não. Eu tô com tanta coisa na cabeça...(aproveito pra dizer q abomino trocadilhos sobre chifres rs) Tô tentando esvaziar de outras maneiras a cabeça. Mas tá saindo caro, naum sei até onde vou. Acho que não muito longe, nem fugir de casa eu nunca fugi!. O saldo positivo do mês é que a Eulália tá renascendo das cinzas.
It´s over. O namoro está com duas pás de terra na cara e umas flores em volta. Eu queria escrever muito sobre esse (muito) possível fim de relacionamento, mas não vou não. Agora não. Eu tô com tanta coisa na cabeça...(aproveito pra dizer q abomino trocadilhos sobre chifres rs) Tô tentando esvaziar de outras maneiras a cabeça. Mas tá saindo caro, naum sei até onde vou. Acho que não muito longe, nem fugir de casa eu nunca fugi!. O saldo positivo do mês é que a Eulália tá renascendo das cinzas.
domingo, 11 de agosto de 2002
E voltamos à errância dos dias... Tristeza, tristeza, tristeza... O dia inteiro idealizando momentos, criando expectativas e... demolições de segundos. Muita poeira e destroços. Além dos pequenos prazeres q eu naum dou valor, esquecendo deles dez minutos depois... Quando eu vou parar de achar q uma vida boa é mais ou menos como a do Bruce Lee, onde existem poderosos inimigos(q eu venceria sempre) me esperando nas esquinas só por eu ser um cara legal, ou do Indiana jones, catando todas as mulézinha enquanto salva a cultura antiga, eu não sei. Vou mais longe... quando eu vou me tocar q não vão nascer garras de adamantium em mim? Quando eu aprender a viver, talvez...
O mais foda é q eu reparei hoje, lerdo como sempre, q blogs são só reclamações mal-escritas... algumas zoadas ou meteção de pau em alguma coisa... A gente só fica seguindo modelo............... Cu!!
O mais foda é q eu reparei hoje, lerdo como sempre, q blogs são só reclamações mal-escritas... algumas zoadas ou meteção de pau em alguma coisa... A gente só fica seguindo modelo............... Cu!!
sexta-feira, 9 de agosto de 2002
É... to com(sem) cama nova: desmontei aquela porra e agora durmo no chão, devidamente amparado pelo meu colchaumzim rs Tava pensando em ficar careca, fumei um beck... Tô parecendo adolescente, com crises existenciais. vou tentando naum pensar, mas elas taum por aí, me roendo. Me dando vontade de ficar doido pra esquecer, de esquecer pra (naum) ficar doido. Peguei o Sartre pra ler... o cara é muito bom, escreve muito do que eu penso. além do mais, saquei uma coisa. Toda vez q eu mudo de ambiente, fico querendo voltar pro antigo, o que me leva a uma conclusaum apocalíptica: sou um cagaum de primeira escala. rs
Ah! A namorada vai indo bem, eu acho, obrigado por perguntar.
Ah! A namorada vai indo bem, eu acho, obrigado por perguntar.
segunda-feira, 5 de agosto de 2002
A semana foi levando-se no piloto automático, com o sofrimento do namoro idem, até quinta. Suspresa no telefone, parecia a mesma Pam com quem eu comecei a namorar, e hoje, domingo, culminou com um encontro gostooooso, a la começo de namoro. Não sei... é bonito ver ela se esforçando, sabe, mas não sei se ela tá como antes mesmo ou tá se forçando, o que não dura muito. Tomara que ela tenha voltado meu deus, vc sabe o quanto eu quero isso...
É....... esquisito como tudo é mais fácil visto de longe. Parece ser mais fácil fazer alguém feliz, ver do que ela(no caso) precisa. Um amor bonito q sentiam por mim naum aguentou dois meses dos meus silêncios e frases vazias. Entaum o q eu vou fazer é encher a cara amanhã e empurrar mais uma semana com a barriga. Não quero terminar, mas acho q naum vai ter jeito.......
domingo, 4 de agosto de 2002
iiiinhenhenhenhenhe (Barulho de porta velha abrindo) será que ainda tem luz nessa velha sala que naum visito à tanto tempo? Será que ainda aparece alguém pra tirar o pó de quando em vez?
Tomara que naum, sabe... O projeto original é melhor: um blog privado. Se tiver alguém lendo, q seja um desconhecido, e, se for conhecido, não comenta comigo falô? meio paradoxal, rs. foda-se
Da última vez q eu escrevi aqui, eu tava em uma pseudo-depressão, q acontece a todos. Isso foi em junho. Cara, parece que foi há anos. Sabe o pior? Tô voltando porque to em (pseudo)depressão de novo, só q agora mudou um pouco. Antes eu tava triste porque amava e perdia. Agora eu to puto porque eu amo, ela ama, mas nós perdemos...
Por que tá rolando isso tão esquizóide eu naum sei. O foda é constatar na primeira coisa mais séria q eu levo, q só amor não basta. Pois é, cara. Amor não chega. Tô doido? Então porque eu queria tanto um abraço, um beijo dela hoje, e tive q pedir? Por que há tantos divórcios?(Amor não acaba, o q acaba é a fissura de começo, pelo menos pra mim). Por que, na hora de ir embora, eu não quis o beijo burocrático, rotineiro, se eu fui pra lá atrás justo de um beijo? Queria q eu tivesse de frescura. Mas tô não. Cada hora é um q fica desligado do namoro. E isso é uma paulada, cara. Sendo vc o dedicado ou o "alienado" da vez. Mas eu quero seguir. Tô vendo que eu vou sair todo arranhado desse emaranhado. Queria pelo menos achar umas flores no meio de tanto espinho. Já estaria satisfeito. E ainda tô escrevendo mal! Que merda!
Tomara que naum, sabe... O projeto original é melhor: um blog privado. Se tiver alguém lendo, q seja um desconhecido, e, se for conhecido, não comenta comigo falô? meio paradoxal, rs. foda-se
Da última vez q eu escrevi aqui, eu tava em uma pseudo-depressão, q acontece a todos. Isso foi em junho. Cara, parece que foi há anos. Sabe o pior? Tô voltando porque to em (pseudo)depressão de novo, só q agora mudou um pouco. Antes eu tava triste porque amava e perdia. Agora eu to puto porque eu amo, ela ama, mas nós perdemos...
Por que tá rolando isso tão esquizóide eu naum sei. O foda é constatar na primeira coisa mais séria q eu levo, q só amor não basta. Pois é, cara. Amor não chega. Tô doido? Então porque eu queria tanto um abraço, um beijo dela hoje, e tive q pedir? Por que há tantos divórcios?(Amor não acaba, o q acaba é a fissura de começo, pelo menos pra mim). Por que, na hora de ir embora, eu não quis o beijo burocrático, rotineiro, se eu fui pra lá atrás justo de um beijo? Queria q eu tivesse de frescura. Mas tô não. Cada hora é um q fica desligado do namoro. E isso é uma paulada, cara. Sendo vc o dedicado ou o "alienado" da vez. Mas eu quero seguir. Tô vendo que eu vou sair todo arranhado desse emaranhado. Queria pelo menos achar umas flores no meio de tanto espinho. Já estaria satisfeito. E ainda tô escrevendo mal! Que merda!
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