"-Manuel, por que deixastes o celulaire em cima da máquina de lavair?
-Ora, estúpida! Estás cansada de saber que ele não funciona forada área de serviço, ó pá!!!"
mais uma pérola da comédia brasileira. É só ligar na globo, sábado à noite. Sair pra que???
sábado, 29 de novembro de 2003
quarta-feira, 26 de novembro de 2003
Enquanto o Filismino* não nasce, vou fazendo como a Márcia: e-mail na cabeça. E como o Juliano: escolhendo os melhores temas.
Desculpaí, eu sei q é um saco, mas uma mulher espera nove meses... espero que não seja prematuro.
palavra MERDA
pode mesmo ser considerada
um curinga da língua
portuguesa.
Exemplos:
Como indicação geográfica 1 :
Onde fica essa merda?
Como indicação geográfica 2 :
Vá a merda!
Como indicação geográfica 3 :
18:00h : vou embora dessa merda.
Como substantivo qualificativo:
Você é um merda!
Como auxiliar quantitativo:
Trabalho pra caramba e
não ganho merda nenhuma!
Como indicador de
especialização profissional :
Ele só faz merda.
Como indicativo de MBA :
Ele faz MUITA merda.
Como sinônimo de covarde:
Seu MERDA !
Como questionamento dirigido:
Fez merda, né ?
Como indicador visual:
Não se enxerga merda nenhuma!
Como elemento de indicação do
caminho a ser percorrido:
Porque você não vai a merda?
Como especulação de
conhecimento e surpresa:
Que merda é essa?
Como constatação da situação
financeira de um indivíduo:
Ele está na merda...
Como indicador de
ressentimento natalino:
Não ganhei merda
nenhuma de presente!
Como indicador de admiração:
Puta Merda !!
Como indicador de rejeição :
Puta Merda !!!!
Como indicador de espécie :
O que esse merda pensa que é ??
Como indicador de continuidade :
Na mesma merda de sempre.
Como indicador de desordem:
Tá tudo uma merda!
Como constatação científica dos
resultados da alquimia :
Tudo o que ele toca vira merda!
Como resultado aplicativo :
Deu merda.
Como constatação negativa :
Que merda !!!!
Como saudação teatral:
Merda para
você!!!.
Como classificação literária:
Êta textinho de merda
*Nome provisório
Desculpaí, eu sei q é um saco, mas uma mulher espera nove meses... espero que não seja prematuro.
palavra MERDA
pode mesmo ser considerada
um curinga da língua
portuguesa.
Exemplos:
Como indicação geográfica 1 :
Onde fica essa merda?
Como indicação geográfica 2 :
Vá a merda!
Como indicação geográfica 3 :
18:00h : vou embora dessa merda.
Como substantivo qualificativo:
Você é um merda!
Como auxiliar quantitativo:
Trabalho pra caramba e
não ganho merda nenhuma!
Como indicador de
especialização profissional :
Ele só faz merda.
Como indicativo de MBA :
Ele faz MUITA merda.
Como sinônimo de covarde:
Seu MERDA !
Como questionamento dirigido:
Fez merda, né ?
Como indicador visual:
Não se enxerga merda nenhuma!
Como elemento de indicação do
caminho a ser percorrido:
Porque você não vai a merda?
Como especulação de
conhecimento e surpresa:
Que merda é essa?
Como constatação da situação
financeira de um indivíduo:
Ele está na merda...
Como indicador de
ressentimento natalino:
Não ganhei merda
nenhuma de presente!
Como indicador de admiração:
Puta Merda !!
Como indicador de rejeição :
Puta Merda !!!!
Como indicador de espécie :
O que esse merda pensa que é ??
Como indicador de continuidade :
Na mesma merda de sempre.
Como indicador de desordem:
Tá tudo uma merda!
Como constatação científica dos
resultados da alquimia :
Tudo o que ele toca vira merda!
Como resultado aplicativo :
Deu merda.
Como constatação negativa :
Que merda !!!!
Como saudação teatral:
Merda para
você!!!.
Como classificação literária:
Êta textinho de merda
*Nome provisório
terça-feira, 18 de novembro de 2003
segunda-feira, 10 de novembro de 2003
Acho q esse é o primiro e-mail que a Márcia me mandou em todos esses anos de que gostei, logo, merece uma notinha:
Curriculum Vitae
"Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego,
já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado.
Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar,
já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto,
já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora,
já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva,
E acabei me viciando.
Já roubei beijo,
Já fiz confissões antes de dormir num quarto escuro pro melhor amigo.
Já confundi sentimentos,
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro,
já me cortei fazendo a barba apressado,
já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas,
já subi em árvore pra roubar fruta,já caí da escada de bunda.
Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia.
Já fiz juras eternas,já escrevi no muro da escola,
já chorei sentado no chão do banheiro,
já fugi de casa pra sempre... e voltei no outro instante.
Já saí pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas.
Já corri pra não deixar alguém chorando,
já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e laranjado,
já me joguei na piscina sem vontade de voltar,
já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios,
já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso,
já quase morri de amor, mas renasci novamente por ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade,
já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol,
já chorei por ver amigos partindo, descobri que logo chegam novos e os
velhos sempre estarão aqui, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção.
guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
Qual sua experiência?"
Curriculum Vitae
"Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego,
já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado.
Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar,
já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto,
já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora,
já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva,
E acabei me viciando.
Já roubei beijo,
Já fiz confissões antes de dormir num quarto escuro pro melhor amigo.
Já confundi sentimentos,
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro,
já me cortei fazendo a barba apressado,
já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas,
já subi em árvore pra roubar fruta,já caí da escada de bunda.
Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia.
Já fiz juras eternas,já escrevi no muro da escola,
já chorei sentado no chão do banheiro,
já fugi de casa pra sempre... e voltei no outro instante.
Já saí pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas.
Já corri pra não deixar alguém chorando,
já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e laranjado,
já me joguei na piscina sem vontade de voltar,
já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios,
já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso,
já quase morri de amor, mas renasci novamente por ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade,
já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol,
já chorei por ver amigos partindo, descobri que logo chegam novos e os
velhos sempre estarão aqui, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção.
guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
Qual sua experiência?"
segunda-feira, 3 de novembro de 2003
FÉ
"Deus não me deu muita dor
Pra eu poder assumir o compromisso
De sofrer com a dor que é das outras pessoas
De sentir o sofrer e sofrer com o que eu sinto
Deus não me dá sofrimento
E eu sofro de culpa por isso
E eu morro de amor pelas outras pessoas
E eu choro de dor pela dor que eu não sinto"
Pensador
É quando o sol se vai
caindo, sumindo, no entardecer
Que eu ganho coragem pra dizer meu ai
Quietinho, sumindo, no "é tarde pra ser"
Que eu penso nos dias
com o sol levantando, brilhando, gerando sorriso
Eu penso naqueles que ninguém vai deter
Crescendo, brilhando, não lendo o aviso
Crendo no lindo objetivo que é viver
Como aquele barbudo, riquinho poeta
Riqueza na alma, abraço agudo
Levando o que é santo, encanto profundo
Remando pro canto, remanso do mundo
Levando a mensagem, abrindo a cabeça
Adubando a mente pra que algo cresça
Encontrando no mar a beleza da vida
Pequeno, tão frágil, salgando as feridas
No surf ou na rima levando a mensagem
Ser feliz nessa porra não é só miragem
É olhar pros lados e não ver só o que quer
É sonho palpável, ser feliz tá aqui dentro
Queixando, só zoa, mostra sua alegria
Sorriso na cara, fazendo lamento!?
E vai dando essa lição de vida
Abra o coração, cabeça vem em seguida
Seguindo, sugando o que essa vida tem de bom
Procurando no que é grande, harmonia e comunhão
E, qual a surpresa? Achando o sentido
Pra seguir gritando, mesmo ferido
O segredo é não ler só o que tá na frente
Se liga no outro, alarga essa mente!
Nas ondas, no canto ou na capoeira
Ligando a alma, chegando à beira
Desse precipício que é ser feliz
Levantando e seguindo depois da rasteira
Você tá sozinho?
Tá todo mundo sozinho!
Juntando um casal, não tá feito um ninho!
Caça teu rumo, só faz o que quer
Não é só pra frente que vai o caminho.
Gabriel, com teu nome divino
Que a tua insônia continue servindo
Pra velar meu sono, sonâmbulo menino
Pra pensar num jeito de seguir caindo
Mas sem me arrastar, vou levar minha vida
Agradeço o fato de quebrar a cabeça
contigo que peita, encontra a saída
E "divide o sucesso como um prato de comida".
Se você não achou o texto enorme e leu até o final, saiba que é pro Gabriel, o Pensador (dã). O poema "Fé" é dele, e uma pessoa muito especial na minha vida me disse que era como se ele tivesse escrito pra mim. Adoro esse poema e essa pessoa. Beijos, Pam. Mas o texto também é pra Bob, que, embrenhando na nossa cultura, joga maculelê, encara a energia, que cresce amiúde até ser dividida. Pra todos aqueles que encontram aquela atividade solitária ou coletiva que é pro corpo, mas reflete na mente. Jogando a alma cada vez mais pra cima, eles tocam no céu, e se curam da vida. Essa vida que bate um pouco na gente, mas que é pra aprender a dar valor. Eu quero muito achar algo pra fazer que me dê também essa "escada pro céu".
Falô.
"Deus não me deu muita dor
Pra eu poder assumir o compromisso
De sofrer com a dor que é das outras pessoas
De sentir o sofrer e sofrer com o que eu sinto
Deus não me dá sofrimento
E eu sofro de culpa por isso
E eu morro de amor pelas outras pessoas
E eu choro de dor pela dor que eu não sinto"
Pensador
É quando o sol se vai
caindo, sumindo, no entardecer
Que eu ganho coragem pra dizer meu ai
Quietinho, sumindo, no "é tarde pra ser"
Que eu penso nos dias
com o sol levantando, brilhando, gerando sorriso
Eu penso naqueles que ninguém vai deter
Crescendo, brilhando, não lendo o aviso
Crendo no lindo objetivo que é viver
Como aquele barbudo, riquinho poeta
Riqueza na alma, abraço agudo
Levando o que é santo, encanto profundo
Remando pro canto, remanso do mundo
Levando a mensagem, abrindo a cabeça
Adubando a mente pra que algo cresça
Encontrando no mar a beleza da vida
Pequeno, tão frágil, salgando as feridas
No surf ou na rima levando a mensagem
Ser feliz nessa porra não é só miragem
É olhar pros lados e não ver só o que quer
É sonho palpável, ser feliz tá aqui dentro
Queixando, só zoa, mostra sua alegria
Sorriso na cara, fazendo lamento!?
E vai dando essa lição de vida
Abra o coração, cabeça vem em seguida
Seguindo, sugando o que essa vida tem de bom
Procurando no que é grande, harmonia e comunhão
E, qual a surpresa? Achando o sentido
Pra seguir gritando, mesmo ferido
O segredo é não ler só o que tá na frente
Se liga no outro, alarga essa mente!
Nas ondas, no canto ou na capoeira
Ligando a alma, chegando à beira
Desse precipício que é ser feliz
Levantando e seguindo depois da rasteira
Você tá sozinho?
Tá todo mundo sozinho!
Juntando um casal, não tá feito um ninho!
Caça teu rumo, só faz o que quer
Não é só pra frente que vai o caminho.
Gabriel, com teu nome divino
Que a tua insônia continue servindo
Pra velar meu sono, sonâmbulo menino
Pra pensar num jeito de seguir caindo
Mas sem me arrastar, vou levar minha vida
Agradeço o fato de quebrar a cabeça
contigo que peita, encontra a saída
E "divide o sucesso como um prato de comida".
Se você não achou o texto enorme e leu até o final, saiba que é pro Gabriel, o Pensador (dã). O poema "Fé" é dele, e uma pessoa muito especial na minha vida me disse que era como se ele tivesse escrito pra mim. Adoro esse poema e essa pessoa. Beijos, Pam. Mas o texto também é pra Bob, que, embrenhando na nossa cultura, joga maculelê, encara a energia, que cresce amiúde até ser dividida. Pra todos aqueles que encontram aquela atividade solitária ou coletiva que é pro corpo, mas reflete na mente. Jogando a alma cada vez mais pra cima, eles tocam no céu, e se curam da vida. Essa vida que bate um pouco na gente, mas que é pra aprender a dar valor. Eu quero muito achar algo pra fazer que me dê também essa "escada pro céu".
Falô.
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