quinta-feira, 27 de fevereiro de 2003
Tô devendo um post com um monte de coisa essa semana. Vamos ver se todas elas me vêm agora à cabeça, já que ela anda em abstinência total e INvoluntária...
Primeiro eu quero agradecer ao Thiago "Lara Rezende", pelo apoio. Um comentário de alguém desconhecido seria uma grande recompensa para mim e uma resposta ao pessoal do Cadê, que rejeita sempre meu cadastro lá! Thiagão, vc é mesmo um taxista... o povo falou bem de vc o dia inteiro, e olha que vc nem se esforçou muito.
Sábado o Pedrão, meu irmão formou-se no CTU. Saudade daquilo tudo, ver o Helinho na cadeira cativa dele, a galera fazendo ola no teatro central, o hino nacional gritado e sentido pelos formandos! Tb foi um rolo do cacete pra mim. Formatura boa, só a sua, porque ficar na platéia esperando meia dúzia de nomes e receber mais de 400 de brinde é foda. Depois d eum dia inteiro de correria e revelações bombásticas, cheguei suando feito um porco no Teatro Central. Ao sentar ao lado do meu irmão, ouço o comentário: "Vc está suando feito um porco" Valeu, Einstein. Corri pra casa no começo da formatura, cheguei, tomei banho e voltei pro teatro em 40 minutos. Quem conhece a distância e o ângulo do meu morro sabe que isso foi uma proeza quase olímpica. Volto a encontro grandes amigos e alguém mais: Pam. Que saudade, namorada! Boas notícias, ela tá rumando pra cadeira de entrevistas do Jô, fazendo a primeira escala em Ouro Preto. Esse encontro me fez pensar muitas coisas, mas essas eu só conto pra ela. Te ligo, gatinha. Depois, umas horinhas na Dan, pra me divertir (tirando aquele rai de buraco, ô jogo de roceiro). Cada dia gosto mais daquele prédio, rs. Que ele se conserve de pé...
Acho q vou ter q parar de postar tanto, em breve. Não por muita opção, como estava planejando, mas minhas contas de telefone estão, digamos... um dígito maiores do que deveriam. Vamos ver se ficamos apenas recebendo por uma época. Bom pra testar a popularidade rs.
O carnaval tá chegando. Tomara que seja bem melhor do que está se configurando. Tomara que o de vcs que me lêem seja ótimo (até porque quase todos os que lêem estão indo pra onde eu vou). Espero que as coisas saiam bem, porque senão vou deixar meu fígado por lá, como peso de papel ou qualquer outra coisa pra que ele ainda sirva.
Sexo, drogas e rock 'n roll, dêem quatro dias de folgas a si mesmos. Pensando bem, um desses têm que ficar. A única certeza é que não vai ser o último. Pocotó, pocotó, pocotó...
Primeiro eu quero agradecer ao Thiago "Lara Rezende", pelo apoio. Um comentário de alguém desconhecido seria uma grande recompensa para mim e uma resposta ao pessoal do Cadê, que rejeita sempre meu cadastro lá! Thiagão, vc é mesmo um taxista... o povo falou bem de vc o dia inteiro, e olha que vc nem se esforçou muito.
Sábado o Pedrão, meu irmão formou-se no CTU. Saudade daquilo tudo, ver o Helinho na cadeira cativa dele, a galera fazendo ola no teatro central, o hino nacional gritado e sentido pelos formandos! Tb foi um rolo do cacete pra mim. Formatura boa, só a sua, porque ficar na platéia esperando meia dúzia de nomes e receber mais de 400 de brinde é foda. Depois d eum dia inteiro de correria e revelações bombásticas, cheguei suando feito um porco no Teatro Central. Ao sentar ao lado do meu irmão, ouço o comentário: "Vc está suando feito um porco" Valeu, Einstein. Corri pra casa no começo da formatura, cheguei, tomei banho e voltei pro teatro em 40 minutos. Quem conhece a distância e o ângulo do meu morro sabe que isso foi uma proeza quase olímpica. Volto a encontro grandes amigos e alguém mais: Pam. Que saudade, namorada! Boas notícias, ela tá rumando pra cadeira de entrevistas do Jô, fazendo a primeira escala em Ouro Preto. Esse encontro me fez pensar muitas coisas, mas essas eu só conto pra ela. Te ligo, gatinha. Depois, umas horinhas na Dan, pra me divertir (tirando aquele rai de buraco, ô jogo de roceiro). Cada dia gosto mais daquele prédio, rs. Que ele se conserve de pé...
Acho q vou ter q parar de postar tanto, em breve. Não por muita opção, como estava planejando, mas minhas contas de telefone estão, digamos... um dígito maiores do que deveriam. Vamos ver se ficamos apenas recebendo por uma época. Bom pra testar a popularidade rs.
O carnaval tá chegando. Tomara que seja bem melhor do que está se configurando. Tomara que o de vcs que me lêem seja ótimo (até porque quase todos os que lêem estão indo pra onde eu vou). Espero que as coisas saiam bem, porque senão vou deixar meu fígado por lá, como peso de papel ou qualquer outra coisa pra que ele ainda sirva.
Sexo, drogas e rock 'n roll, dêem quatro dias de folgas a si mesmos. Pensando bem, um desses têm que ficar. A única certeza é que não vai ser o último. Pocotó, pocotó, pocotó...
domingo, 23 de fevereiro de 2003
Não falo do AMOR romântico, aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento. Relações de dependência e submissão, paixões tristes. Algumas pessoas confundem isso com AMOR. Chamam de AMOR esse querer escravo, e pensam que o AMOR é alguma coisa que pode ser definida, explicada, entendida, julgada. Pensam que o AMOR já estava pronto, formatado, inteiro, antes de ser experimentado. Mas é exatamente o oposto, para mim, que o amor manifesta. A virtude do AMOR é sua capacidade potencial de ser construído, inventado e modificado. O AMOR está em movimento eterno, em velocidade infinita. O AMOR é um móbile. Como fotografá-lo? Como percebê-lo? Como se deixar sê-lo? E como impedir que a imagem sedentária e cansada do AMOR não nos domine?
Minha resposta? O AMOR é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o AMOR será sempre o desconhecido, a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão. A imagem que eu tenho do AMOR é a de um ser em mutação. O AMOR quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.
A vida do AMOR depende dessa interferência. A morte do AMOR é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta. Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos, e nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim. Não, não podemos subestimar o AMOR não podemos castrá-lo.
O AMOR não é orgânico. Não é meu coração que sente o AMOR. É a minha alma que o saboreia. Não é no meu sangue que ele ferve. O AMOR faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito. Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu como se fossem novas estrelas recém-nascidas. O AMOR brilha. Como uma aurora colorida e misteriosa, como um crepúsculo inundado de beleza e despedida, o AMOR grita seu silêncio e nos dá sua música. Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do AMOR, se estivermos também a devorá-lo.
O AMOR, eu não conheço. E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo, me aventurando ao seu encontro. A vida só existe quando o AMOR a navega. Morrer de AMOR é a substância de que a Vida é feita. Ou melhor, só se Vive no AMOR. E a língua do AMOR é a língua que eu falo e escuto.
MOSKA
Minha resposta? O AMOR é o desconhecido.
Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o AMOR será sempre o desconhecido, a força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão. A imagem que eu tenho do AMOR é a de um ser em mutação. O AMOR quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.
A vida do AMOR depende dessa interferência. A morte do AMOR é quando, diante do seu labirinto, decidimos caminhar pela estrada reta. Ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos, e nós preferimos o leito de um rio, com início, meio e fim. Não, não podemos subestimar o AMOR não podemos castrá-lo.
O AMOR não é orgânico. Não é meu coração que sente o AMOR. É a minha alma que o saboreia. Não é no meu sangue que ele ferve. O AMOR faz sua fogueira dionisíaca no meu espírito. Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas ecoam pelo céu como se fossem novas estrelas recém-nascidas. O AMOR brilha. Como uma aurora colorida e misteriosa, como um crepúsculo inundado de beleza e despedida, o AMOR grita seu silêncio e nos dá sua música. Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do AMOR, se estivermos também a devorá-lo.
O AMOR, eu não conheço. E é exatamente por isso que o desejo e me jogo do seu abismo, me aventurando ao seu encontro. A vida só existe quando o AMOR a navega. Morrer de AMOR é a substância de que a Vida é feita. Ou melhor, só se Vive no AMOR. E a língua do AMOR é a língua que eu falo e escuto.
MOSKA
sábado, 22 de fevereiro de 2003
Não aguento mais ouvir falar em e-mails e sinuca. Ainda bem q o tal sinuca.com fechou, senaum seria o alvo dos meus atentados terroristas, rs
Tomara q a faculdade fique melhor, com aulas melhores, menos professores filhjos da puta pra me enganar e depois dar pau, com calouros mais divertidos, com veteranos mais atuantes, e aí eu me incluo. Tomara que eu passe a me sentir em casa por lá.
Carnaval chegando, todas as expectativas do mundo derrubadas, nem na mesma casa eu devo ficar, rs. A mãe do doido é uma comédia, mas fudeu a gente. Como se não bastasse ficar lá e fuder nossas expectativas de liberdade total, ainda disse que ficam só 4 da nossa turma de 5! Que porra. Mas tá blz. Transformação não é piora. Ainda vai ser maneiro, ces vão ver.
Blog não passa de um Big Brother mesmo....
Tomara q a faculdade fique melhor, com aulas melhores, menos professores filhjos da puta pra me enganar e depois dar pau, com calouros mais divertidos, com veteranos mais atuantes, e aí eu me incluo. Tomara que eu passe a me sentir em casa por lá.
Carnaval chegando, todas as expectativas do mundo derrubadas, nem na mesma casa eu devo ficar, rs. A mãe do doido é uma comédia, mas fudeu a gente. Como se não bastasse ficar lá e fuder nossas expectativas de liberdade total, ainda disse que ficam só 4 da nossa turma de 5! Que porra. Mas tá blz. Transformação não é piora. Ainda vai ser maneiro, ces vão ver.
Blog não passa de um Big Brother mesmo....
terça-feira, 18 de fevereiro de 2003
domingo, 16 de fevereiro de 2003
Podem dizer o q quiserem, mas o Paulinho Moska e a Cássia Eller são os cantores mais fodas do Brasil. Quesito internacional, Kurt Cobain. Já o destaque negativo é a Alcione. Só de lembrar aquela dona cantando "Eu te quero além da caaaaama!" e "Adoro teu toque safado", suo frio e tenho pena do pobre homem em quem ela pensa enquanto diz esses trecos rs
Tô achando q vou dar um tempo nesse blog. Os posts andam saindo mecânicos demais, e sinto q estagnei no meu objetivo de ganhar o iBest. Ah... Fuck! Outra hora penso nisso.
Hoje, conto a história do dia em que comemorei as diferenças de todos nós. Como é incrível ver o Lucas, o Doido (q tem se tornado um dos meus melhores amigos) e o Ski lado a lado! Criaturas geniais, juntando aí o Dudu, que têm me dado força pra caralho. Não tem como explicar o quanto ando devendo a eles, por serem alegres, bobos, sensíveis. Todos eles têm me feito sorrir, me ouvem quando eu quero chorar (mais o Lucas e o Enrico rs), me mostram quando eu to sendo cretino. Me dão a sensação de que ainda dá pra ser diferente do que a gente espera ser. A tal historinha dos pontos laranja no meio da multidão cinza...
Saudade de sentir isso, morta hoje. Porra, eu nem sei como agradecer a vcs por tudo isso. Logo eu, que tenho palavras sempre...
Tb fiquei muito feliz por rever a Lil, por mais de cinco minutos. Bom demais vê-la exercitando toda aquela simpatia e bom-humor que me fizeram adorá-la com outras pessoas. Adoro vc, minha linda. Eu como todo dia, passar o dia todo com vc vale muito mais. :-P
Pensar q, se meus amigos não tivessem cantado a singela "Pira, pirá, pirô", eu teria perdido tudo o que vi, por uma decepçãozinha que já era costumeira, mas que eu ando superestimando. Viva o diferente.
A pior parte foi ter que recusar 100 pratas por uma questão boba, que são os nossos princípios. Dava até pra pedir aquela pinga do passatempo, que é boa demais! kkkkkkkkk
"Eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder, sem engano..."
Hoje, conto a história do dia em que comemorei as diferenças de todos nós. Como é incrível ver o Lucas, o Doido (q tem se tornado um dos meus melhores amigos) e o Ski lado a lado! Criaturas geniais, juntando aí o Dudu, que têm me dado força pra caralho. Não tem como explicar o quanto ando devendo a eles, por serem alegres, bobos, sensíveis. Todos eles têm me feito sorrir, me ouvem quando eu quero chorar (mais o Lucas e o Enrico rs), me mostram quando eu to sendo cretino. Me dão a sensação de que ainda dá pra ser diferente do que a gente espera ser. A tal historinha dos pontos laranja no meio da multidão cinza...
Saudade de sentir isso, morta hoje. Porra, eu nem sei como agradecer a vcs por tudo isso. Logo eu, que tenho palavras sempre...
Tb fiquei muito feliz por rever a Lil, por mais de cinco minutos. Bom demais vê-la exercitando toda aquela simpatia e bom-humor que me fizeram adorá-la com outras pessoas. Adoro vc, minha linda. Eu como todo dia, passar o dia todo com vc vale muito mais. :-P
Pensar q, se meus amigos não tivessem cantado a singela "Pira, pirá, pirô", eu teria perdido tudo o que vi, por uma decepçãozinha que já era costumeira, mas que eu ando superestimando. Viva o diferente.
A pior parte foi ter que recusar 100 pratas por uma questão boba, que são os nossos princípios. Dava até pra pedir aquela pinga do passatempo, que é boa demais! kkkkkkkkk
"Eu preciso dizer que te amo, te ganhar ou perder, sem engano..."
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2003
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2003
Apesar das reclamações sobre o tamanho dos posts, eu vou mandar dois poeminhas maneiros q achei num blog q vejo todo dia, o Rompe nuvem. Outra hora passo a url. Quero deixar claro que nem tudo é o que eu to sentindo, mas muito é.
Diário sim, falô! Tá duvidando da minha masculinidade? rs Bjos, minha linda.
Sem falta
a falta que ela me faz agora até que não é nada
não é nada diante da falta que ela me fez um dia
que também não era nada ante a falta que eu sentia
quando ela mentia se dizendo minha eterna namorada
sua difícil falta reclama minha flauta sem ser tocada
sem ser afinada por seus lábios úmidos de aragem fria
que de meu instrumento tiravam a mais gozosa melodia
uma sinfonia de prazeres em nossa pauta improvisada
sua falta foi maior nas primeiras hora do primeiro dia
quando apalpei sua ausência na cama pela madrugada
sua metade ao relento eu e minha saudade abandonada
somada ao amor fominha com a febre que em mim ardia
a falta dela é uma lembrança no infinito da louca agonia
que sem ela tudo passa e em verdade não aconteceu nada
a casca da vida se retrai mas a dor no miolo é desesperada
a sua lenta falta me consome sempre mais em melancolia
sinto falta da lágrima até porque nunca sequer foi chorada
falta da surpresa que não chegou a tempo de me causar alegria
falta da palavra doce que jamais chegou a ser pronunciada
falta do que não sabia e do que sabendo não saber saber fingia
Ela está tão mudada
ela não é mais a mesma menina
ela envelheceu ao me abandonar
nem sei mais como pensar nela
pois se penso já não me ilumina
a luz aflita de seu sereno olhar
qual lua azul penetrando a cela
onde meu coração se aprisionou
onde eu passo horas pensando
no tanto que ela está mudada
justo ela antes tão apaixonada
tão assim meiga suave e dada
ficará sem mim até quando?
saiba que dói mais que tudo
ainda que não tire meu escudo
dói com urgente necessidade
esquecê-la para ter liberdade
abandoná-la para ter amparo
nossa história não tem reparo
vai desabar a qualquer instante
como mudou a moça inconstante
ela foi a melhor era tão especial
hoje simplificou tudo ficou igual
tomara que ela se encontre nela
como eu me achei aqui nessa cela
Diário sim, falô! Tá duvidando da minha masculinidade? rs Bjos, minha linda.
Sem falta
a falta que ela me faz agora até que não é nada
não é nada diante da falta que ela me fez um dia
que também não era nada ante a falta que eu sentia
quando ela mentia se dizendo minha eterna namorada
sua difícil falta reclama minha flauta sem ser tocada
sem ser afinada por seus lábios úmidos de aragem fria
que de meu instrumento tiravam a mais gozosa melodia
uma sinfonia de prazeres em nossa pauta improvisada
sua falta foi maior nas primeiras hora do primeiro dia
quando apalpei sua ausência na cama pela madrugada
sua metade ao relento eu e minha saudade abandonada
somada ao amor fominha com a febre que em mim ardia
a falta dela é uma lembrança no infinito da louca agonia
que sem ela tudo passa e em verdade não aconteceu nada
a casca da vida se retrai mas a dor no miolo é desesperada
a sua lenta falta me consome sempre mais em melancolia
sinto falta da lágrima até porque nunca sequer foi chorada
falta da surpresa que não chegou a tempo de me causar alegria
falta da palavra doce que jamais chegou a ser pronunciada
falta do que não sabia e do que sabendo não saber saber fingia
Ela está tão mudada
ela não é mais a mesma menina
ela envelheceu ao me abandonar
nem sei mais como pensar nela
pois se penso já não me ilumina
a luz aflita de seu sereno olhar
qual lua azul penetrando a cela
onde meu coração se aprisionou
onde eu passo horas pensando
no tanto que ela está mudada
justo ela antes tão apaixonada
tão assim meiga suave e dada
ficará sem mim até quando?
saiba que dói mais que tudo
ainda que não tire meu escudo
dói com urgente necessidade
esquecê-la para ter liberdade
abandoná-la para ter amparo
nossa história não tem reparo
vai desabar a qualquer instante
como mudou a moça inconstante
ela foi a melhor era tão especial
hoje simplificou tudo ficou igual
tomara que ela se encontre nela
como eu me achei aqui nessa cela
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2003
Post corriqueiro de domingo:
Tranquilidad?
Semana estranha, onde vi muitas coisas diluirem-se na minha frente, e só o q fiz foi ver. Também vi outras sensações saírem das covas que, eu não sabia, eram rasas demais para cobri-las. Daqui a pouco voltam a crescer espinhas, não tô falando? rs Mas o fato é que o Zeca Baleiro é que me disse bem: To tão a flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar. Tirando altas lições de vida das aventuras do jovem super-homem e ouvindo uma única música 40 vezes no winamp. Normalmente as pessoas dividem suas reações a isso de poucas maneiras: trabalho (mas eu nunca me senti melhor trabalhando. Vê se beliscando machucado eu me sinto bem? rs), cachaça (mas isso eu me recuso a fazer por motivos pessoais) ou me ocupando com diversões levianas e fúteis (mas a faculdade tá fechada rs). Falando nisso, já sei que alguns amigos passaram, e que outros não têm chance mais... Uma pena alguns dos mais chegados serem do segundo grupo... De qualquer jeito, tem gente entrando, e quanto mais conhecidos meus, mais ganha essa faculdade. Afinal, assim eu tenho motivos para ir para outros institutos e melhorar o ambiente deles. rs
Hoje assisti um filmezim aqui em casa, como, aliás, fiz muitas vezes durante a semana. Dessa vez não teve tanta graça.
Semana vai ser puxada, principalmente essa segunda. Tenho prova final daquela porra de matéria. Mais desejos de boa sorte, por favor.
See ya. E amplexos pra vcs.
Tranquilidad?
Semana estranha, onde vi muitas coisas diluirem-se na minha frente, e só o q fiz foi ver. Também vi outras sensações saírem das covas que, eu não sabia, eram rasas demais para cobri-las. Daqui a pouco voltam a crescer espinhas, não tô falando? rs Mas o fato é que o Zeca Baleiro é que me disse bem: To tão a flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar. Tirando altas lições de vida das aventuras do jovem super-homem e ouvindo uma única música 40 vezes no winamp. Normalmente as pessoas dividem suas reações a isso de poucas maneiras: trabalho (mas eu nunca me senti melhor trabalhando. Vê se beliscando machucado eu me sinto bem? rs), cachaça (mas isso eu me recuso a fazer por motivos pessoais) ou me ocupando com diversões levianas e fúteis (mas a faculdade tá fechada rs). Falando nisso, já sei que alguns amigos passaram, e que outros não têm chance mais... Uma pena alguns dos mais chegados serem do segundo grupo... De qualquer jeito, tem gente entrando, e quanto mais conhecidos meus, mais ganha essa faculdade. Afinal, assim eu tenho motivos para ir para outros institutos e melhorar o ambiente deles. rs
Hoje assisti um filmezim aqui em casa, como, aliás, fiz muitas vezes durante a semana. Dessa vez não teve tanta graça.
Semana vai ser puxada, principalmente essa segunda. Tenho prova final daquela porra de matéria. Mais desejos de boa sorte, por favor.
See ya. E amplexos pra vcs.
domingo, 9 de fevereiro de 2003
Acho q todos nós aqui, tirando o Leo, somos puta q pariu de parecidos. Já a criança deve ter um gene q não valoriza as mulheres. Chegou hoje tirando onda q ficou com uma menininha por aí. As vezes ele é que tá certo, mas eu e os outros irmauns naum conseguimos pensar assim. Liu, meu irmaumzim malemolente, mulher não é troféu, enfia isso nessa cabeça.
Como dito algumas vezes por aí, acho q voltei aos catorze anos. Tô pensando e agindo como naquela época. Q merda! Tanto q eu ralei pra crescer um pouquinho não adiantou nada. Partindo do zero de novo... Como na época dos primeiros catorze, acho q, pra melhorar isso, vou precisar duma namorada...rs
Ofereço sorrisos ligeiramente charmosos, uma boa dose de sarcasmo e silêncios e um beijo de responsa. Gostando dos predicativos pode mandar o mail pra thousandlies@bol.com.br
Como dito algumas vezes por aí, acho q voltei aos catorze anos. Tô pensando e agindo como naquela época. Q merda! Tanto q eu ralei pra crescer um pouquinho não adiantou nada. Partindo do zero de novo... Como na época dos primeiros catorze, acho q, pra melhorar isso, vou precisar duma namorada...rs
Ofereço sorrisos ligeiramente charmosos, uma boa dose de sarcasmo e silêncios e um beijo de responsa. Gostando dos predicativos pode mandar o mail pra thousandlies@bol.com.br
sábado, 8 de fevereiro de 2003
Depois de um recorde pessoal batido, morguei em casa... Pior q, se não fosse a interferência de forças hierarquicamente superiores (minha mãe), eu teria saído de novo. Como a vida doméstica é ruim das cinco pra frente! Aliás, q sexta estranha. Estudei a tarde toda e agora tô em casa rs...
Ontem estava com vontade de fazer uma porrada de coisa q talvez não devesse fazer, mas q queria muito. Acho q era por isso q passei o dia da maneira como passei. Então eu saí pra uma caminhada ninja, á noite. Como estava sem grana e só, fui dar um rolé, pelo menos. Desci o Democrata e ganhei o Mariano. Dele, algumas lembranças rápidas, um vento bom e um copo de vinho, q, de tão ruim, foi largado no primeiro ponto de ônibus. Confesso q coloquei lá só porque queria saber quantos dias ia demorar pra um bebum beber aquilo lá rs. Depois de perder um tempo lá, acabei seguindo a Brasil. Aquilo lá tá cada dia mais feio. Acabei chegando na Acadêmicos do Partido Alto, escola de samba da cidade. Sabe que, depois de algum tempo, você até empolga com a massa sonora do sambão nos ouvidos? Venci o desejo de ficar e continuei andando. Arrisquei algumas ligações. Nada muito frutífero. Passando pelo calçadão, a minha sensação de ser um inútil cessou um pouco. Uns vendedores q deviam ser da minha idade literalmente me rebocaram no meio do calçadão. Me disseram q naum tinham como jantar, ofereceram uns cordõezinhos... acontece q eu naum queria, mas perguntei se eles tinham daquelas pulseirinhas de bolinhas. O cara disse q tinha. Tirou do pulso e me vendeu ela. Aquilo me deixou meio baqueado e acabei comprando o cordãozinho também. Pedi um desconto, consegui. Não disse, em momento nenhum que a sensação de que eu era um canalha também tinha passado rs. Mas o destino tratou de se vingar e, na correria, peguei um cordãozim qualquer. A merda do cordão fede e não dá pra usar. Zero a zero.
Depois disso, mais algumas tentativas de ligações, mais alguns fracassos. No fim das contas, um segundo antes de fazer meia volta, reconheci um topete no ônibus. Corro para a casa de nossos conhecidos mais próxima e encontro o Lucas na casa do Doido. Ele acabou vindo aqui pra casa, dormiu aqui. Que coisa boa é a distância, às vezes. Depois de algum tempo sem nem nos ligarmos, tínhamos muita coisa pra conversar. Acabei o dia feliz, apesar de estar tão bolado durante boa parte dele. Só não sei se o copo de vinho ainda tá por lá.
Ontem estava com vontade de fazer uma porrada de coisa q talvez não devesse fazer, mas q queria muito. Acho q era por isso q passei o dia da maneira como passei. Então eu saí pra uma caminhada ninja, á noite. Como estava sem grana e só, fui dar um rolé, pelo menos. Desci o Democrata e ganhei o Mariano. Dele, algumas lembranças rápidas, um vento bom e um copo de vinho, q, de tão ruim, foi largado no primeiro ponto de ônibus. Confesso q coloquei lá só porque queria saber quantos dias ia demorar pra um bebum beber aquilo lá rs. Depois de perder um tempo lá, acabei seguindo a Brasil. Aquilo lá tá cada dia mais feio. Acabei chegando na Acadêmicos do Partido Alto, escola de samba da cidade. Sabe que, depois de algum tempo, você até empolga com a massa sonora do sambão nos ouvidos? Venci o desejo de ficar e continuei andando. Arrisquei algumas ligações. Nada muito frutífero. Passando pelo calçadão, a minha sensação de ser um inútil cessou um pouco. Uns vendedores q deviam ser da minha idade literalmente me rebocaram no meio do calçadão. Me disseram q naum tinham como jantar, ofereceram uns cordõezinhos... acontece q eu naum queria, mas perguntei se eles tinham daquelas pulseirinhas de bolinhas. O cara disse q tinha. Tirou do pulso e me vendeu ela. Aquilo me deixou meio baqueado e acabei comprando o cordãozinho também. Pedi um desconto, consegui. Não disse, em momento nenhum que a sensação de que eu era um canalha também tinha passado rs. Mas o destino tratou de se vingar e, na correria, peguei um cordãozim qualquer. A merda do cordão fede e não dá pra usar. Zero a zero.
Depois disso, mais algumas tentativas de ligações, mais alguns fracassos. No fim das contas, um segundo antes de fazer meia volta, reconheci um topete no ônibus. Corro para a casa de nossos conhecidos mais próxima e encontro o Lucas na casa do Doido. Ele acabou vindo aqui pra casa, dormiu aqui. Que coisa boa é a distância, às vezes. Depois de algum tempo sem nem nos ligarmos, tínhamos muita coisa pra conversar. Acabei o dia feliz, apesar de estar tão bolado durante boa parte dele. Só não sei se o copo de vinho ainda tá por lá.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2003
Infinita Highway
(Humberto Gessinger/Augusto Licks)
Você me faz correr demais
Os riscos desta highway
Você me faz correr atrás
Do horizonte desta highway
Ninguém por perto, silêncio no deserto
Deserta highway
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar
Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir
Não queremos ter o que não temos
Nós só queremos viver
Sem motivos nem objetivos
Estamos vivos e isto é tudo
É sobretudo a lei
Da infinita highway
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu não tinha nada, nada a temer
Mas eu tinha medo, medo desta estrada
Olhe só! Veja você!
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor
Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava
E à noite eu acordava banhado em suor
Não queremos lembrar o que esquecemos
Nós só queremos viver
Não queremos aprender o que sabemos
Não queremos nem saber
Sem motivos nem objetivos
Estamos vivos e é só
Só obedecemos a lei
Da infinita highway (highway)
Escute garota, o vento canta uma canção
Dessas que a gente nunca canta sem razão
Me diga, garota: "Será a estrada uma prisão?"
Eu acho que sim, você finge que não
Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre
Se tanta gente vive sem ter como viver
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe onde quer chegar
Estamos vivos sem motivos
Que motivos temos pra estar?
Atrás de palavras escondidas
Nas entrelinhas do horizonte desta highway
Silenciosa highway (highway)
"Eu vejo o horizonte trêmulo
Eu tenho os olhos úmidos"
"Eu posso estar completamente enganado
Eu posso estar correndo pro lado errado"
Mas "a dúvida é o preço da pureza"
E é inútil ter certeza
"Eu vejo as placas dizendo "não corra",
"Não morra", "Não fume"
"Eu vejo as placas cortando o horizonte
Elas parecem facas de dois gumes"
Minha vida é tão confusa quanto a América Central
Por isso não me acuse de ser irracional
Escute garota, façamos um trato:
"Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato"
Eu posso ser um Beatle, um beatnik, ou um bitolado
MAS EU NÃO SOU ATOR, EU NÃO TÔ À TOA DO TEU LADO
Por isso, garota, façamos um pacto:
"De não usar a highway pra causar impacto"
Cento e dez
Cento e vinte
Cento e sessenta
Só pra ver até quando o motor agüenta
Na boca, em vez de um beijo, um chiclete de menta
E a sombra de um sorriso que eu deixei
Numas das curvas da highway (highway)
Infinita highway (highway)
Infinita highway (highway) ...
Altos curtas, baixos longas... quarta-feira cinematográfica na média. Companhias acima da média. O resto é rotina... Acima de tudo, duas sensações. Sensação de atraso. Tudo hoje eu perdi por segundos. E uma identificação com as cenas do primeiro curta, que eu queria ter o nome aqui para divulgar, mas não tenho. Aquele clima d enoite, luz nos retrovisores, vento da cidade que dorme, fria e suja. Cara, como eu quero tirar minha carteira...
(Humberto Gessinger/Augusto Licks)
Você me faz correr demais
Os riscos desta highway
Você me faz correr atrás
Do horizonte desta highway
Ninguém por perto, silêncio no deserto
Deserta highway
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar
Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir
Não queremos ter o que não temos
Nós só queremos viver
Sem motivos nem objetivos
Estamos vivos e isto é tudo
É sobretudo a lei
Da infinita highway
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu não tinha nada, nada a temer
Mas eu tinha medo, medo desta estrada
Olhe só! Veja você!
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor
Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava
E à noite eu acordava banhado em suor
Não queremos lembrar o que esquecemos
Nós só queremos viver
Não queremos aprender o que sabemos
Não queremos nem saber
Sem motivos nem objetivos
Estamos vivos e é só
Só obedecemos a lei
Da infinita highway (highway)
Escute garota, o vento canta uma canção
Dessas que a gente nunca canta sem razão
Me diga, garota: "Será a estrada uma prisão?"
Eu acho que sim, você finge que não
Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre
Se tanta gente vive sem ter como viver
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe onde quer chegar
Estamos vivos sem motivos
Que motivos temos pra estar?
Atrás de palavras escondidas
Nas entrelinhas do horizonte desta highway
Silenciosa highway (highway)
"Eu vejo o horizonte trêmulo
Eu tenho os olhos úmidos"
"Eu posso estar completamente enganado
Eu posso estar correndo pro lado errado"
Mas "a dúvida é o preço da pureza"
E é inútil ter certeza
"Eu vejo as placas dizendo "não corra",
"Não morra", "Não fume"
"Eu vejo as placas cortando o horizonte
Elas parecem facas de dois gumes"
Minha vida é tão confusa quanto a América Central
Por isso não me acuse de ser irracional
Escute garota, façamos um trato:
"Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato"
Eu posso ser um Beatle, um beatnik, ou um bitolado
MAS EU NÃO SOU ATOR, EU NÃO TÔ À TOA DO TEU LADO
Por isso, garota, façamos um pacto:
"De não usar a highway pra causar impacto"
Cento e dez
Cento e vinte
Cento e sessenta
Só pra ver até quando o motor agüenta
Na boca, em vez de um beijo, um chiclete de menta
E a sombra de um sorriso que eu deixei
Numas das curvas da highway (highway)
Infinita highway (highway)
Infinita highway (highway) ...
Altos curtas, baixos longas... quarta-feira cinematográfica na média. Companhias acima da média. O resto é rotina... Acima de tudo, duas sensações. Sensação de atraso. Tudo hoje eu perdi por segundos. E uma identificação com as cenas do primeiro curta, que eu queria ter o nome aqui para divulgar, mas não tenho. Aquele clima d enoite, luz nos retrovisores, vento da cidade que dorme, fria e suja. Cara, como eu quero tirar minha carteira...
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2003
Sexta eu tive umas experiências muito peculiares. Cartas de Tarot, incenso(acho q é assim q escreve) e muitas revelações, rs. Tive muito no que pensar por causa disso. As perguntas que eu fiz foram respondidas sem que eu pronunciasse quais eram. Então você lê isso e pensa que eu estou acreditando. E acerta. Na verdade eu fico pensando qual é a reação dos meus conhecidos que lêem isso. O Darso acho q vai me zoar, mas ficar meio cabreiro com essas crenças minhas. Mulheres são um pouco mais crédulas, então só devem estranhar porque eu me mostro sempre tão cético com Deus, e acredito em Tarô, rs. A Pam sabe que tem muito a ver com isso, mas não sabe o quanto teve a ver com essa vez em particular. Já o resultado dos jogos, que assustou até a minha amiga que estava jogando, eu guardo pra mim. Daqui a pouco ficam me chamando de Paulo Coelho e eu vou ficar puto, melhor não. Mas o fato é que foi muito foda o que me disseram, e isso me deu medo e força. Espero que o balanço seja o certo. Descobri coisas que me faziam falta, que eu tava esquecendo como acreditar. AKIRA!
Vou ver se vou ao jogo Tupi X Atlético. Tomara que o Muller jogue. Já estamos com um corim arranjado pro Guilherme. "Chora atleticano verme! Quem tem o Muller naum precisa do Guilherme!" kkkkkkkkkkkkkk
Eu tenho postado sempre com uma idéia principal na cabeça e me esquecendo do que era. Dessa vez não foi diferente. Me desculpem. São lapsos de caminhada noturna rs.
Vou ver se vou ao jogo Tupi X Atlético. Tomara que o Muller jogue. Já estamos com um corim arranjado pro Guilherme. "Chora atleticano verme! Quem tem o Muller naum precisa do Guilherme!" kkkkkkkkkkkkkk
Eu tenho postado sempre com uma idéia principal na cabeça e me esquecendo do que era. Dessa vez não foi diferente. Me desculpem. São lapsos de caminhada noturna rs.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2003
Post corriqueiro de domingo:
Meu fim de semana foi todo planejado. Viradas, baladas, reencontros, sangue e suor. Baladas? Meia, rs. Sexta-feira, umas notícias ruins chegaram aos meus ouvidos. Resolvi dar uma volta, e às onze e meia, ligo pra casa do Darso. Sem noção eu naum sou pouco naum, né? Qualé. Chego lá tinha trocentos uikibianos na casa do cara, alguns já dormindo pelos sofás, jogando baralho... divertido. A falta de álcool e os peidos do Darso tiraram o caráter festivo da parada. Balada é isso naum, eu acho.
Sábado? Pro sábado, reservei os reencontros. Eu ia ligar pra alguém pra marcar de ir ao museu, porque fazia tempo que não via os dois. Acabou não dando tempo, e fui com o Leo, meu black brother. Divertido. Á noite, Mezcla, Salim, amigos do CTU. Tudo como antigamente. Do nada, soa o alarme e o escoteiro vai ao socorro dos fracos e oprimidos, rs. De qualquer jeito, foi divertido. Viradas? Sim. A noite de sexta me deu muita coisa pra pensar. Passei, depois de muitos anos, uma noite em casa e em claro. Tomei um monte de decisão, vamos ver até onde vai, mas eu to querendo levar uma vida comum um pouquinho. Brincar de ovelhinha útil à nação. Ces não tem um emprego pra me oferecer naum? rs
Quanto ao sangue e suor, eu joguei bola na garagem e sangrou minha orelha na sétima tentativa frustrada de furá-la. Tem erro não. Ainda atinjo o Akira, de black power e cinco brincos rs.
SJN: $$$$$$$$$$$$$$$?
Meu fim de semana foi todo planejado. Viradas, baladas, reencontros, sangue e suor. Baladas? Meia, rs. Sexta-feira, umas notícias ruins chegaram aos meus ouvidos. Resolvi dar uma volta, e às onze e meia, ligo pra casa do Darso. Sem noção eu naum sou pouco naum, né? Qualé. Chego lá tinha trocentos uikibianos na casa do cara, alguns já dormindo pelos sofás, jogando baralho... divertido. A falta de álcool e os peidos do Darso tiraram o caráter festivo da parada. Balada é isso naum, eu acho.
Sábado? Pro sábado, reservei os reencontros. Eu ia ligar pra alguém pra marcar de ir ao museu, porque fazia tempo que não via os dois. Acabou não dando tempo, e fui com o Leo, meu black brother. Divertido. Á noite, Mezcla, Salim, amigos do CTU. Tudo como antigamente. Do nada, soa o alarme e o escoteiro vai ao socorro dos fracos e oprimidos, rs. De qualquer jeito, foi divertido. Viradas? Sim. A noite de sexta me deu muita coisa pra pensar. Passei, depois de muitos anos, uma noite em casa e em claro. Tomei um monte de decisão, vamos ver até onde vai, mas eu to querendo levar uma vida comum um pouquinho. Brincar de ovelhinha útil à nação. Ces não tem um emprego pra me oferecer naum? rs
Quanto ao sangue e suor, eu joguei bola na garagem e sangrou minha orelha na sétima tentativa frustrada de furá-la. Tem erro não. Ainda atinjo o Akira, de black power e cinco brincos rs.
SJN: $$$$$$$$$$$$$$$?
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