terça-feira, 17 de maio de 2005

Ganhos de guerra

Os galos anunciavam nosso sono,
repetindo e copiando aquelas notas já cansadas
perturbando o sono frágil, acordando bóia-fria
a gente nem viu: Já amanhecia.

E quantas brigas, quantos planos
Eu ouvia... E o céu, cheio de estrelas
Descansava nossa mente. Íamos trabalhar
no outro dia...

E, depois de tanto tempo, perdeu-se
ao infinito, o que não tinha maldade
Só o que ficou foi a lembrança
O medo, o sono, a saudade...

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