quando chega, as mãos escorrem
uma gota caindo pra cada passo
atrás, vêm a culpa e a calma
o crime deixando seus rastros
da esquina vem a promessa da punição
mas nenhuma sirene rompe o silêncio
ou a escuridão.
Onde estava a justiça, deus, a coerência?
ele andava tranquilo e impune
e deixava pra trás o cadáver da inocência
agora é sozinho, conhece o pecado
tá fudido, tá roubado...
agora é mais um cidadão completo
vendeu a alma em pedaços pra sustentar os seus vícios
bem vindo à turma, companheiro
p.s.: sei q é ruim, mas ocupou minha cabeça. se quiserem me dar umas palavras cruzadas de Natal...
domingo, 26 de dezembro de 2004
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