Sobre os aplausos de seus companheiros, o guerreiro sorriu, indo de encontro ao sol. Trazia a alma polida pela sensacao de dever cumprido. O que sentia nao era a paz do termino da tarefa, mas a possibilidade de que haveria mais a conquistar.
Carregou nos ombros a lanca e o orgulho. Naquele vilarejo, o mundo perfeito existia, e sua tarefa estava cumprida. Aqueles que ele chamava de familia eram pra sempre gratos, mais felizes: melhores. Levava um pedaco de cada um. Era seu trofeu de guerra, um pedaco de cada coracao. Se houver saudade, a esperanca e de que ela se transforme em sorte, porque olhar pra tras nao e ruim, mas isso nunca o impediu de caminhar.
O mundo era muito grande, mas ele tinha o passo firme e as pernas fortes.
Boa sorte, Lucas. Eu te amo.
sábado, 9 de outubro de 2004
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